Malásia proíbe menores de 16 anos de se inscreverem em redes sociais

1 jun 2026 - 09h57

A Malásia ‌começou a proibir que menores de 16 anos registrem contas em plataformas de rede social, informou seu órgão regulador de comunicações na segunda-feira, à medida que aumenta os esforços ⁠para proteger os menores da exposição a ‌conteúdos nocivos online.

A nação do sudeste asiático se junta a um número crescente de ‌países que estão introduzindo ‌medidas para regular o acesso a ⁠plataformas online, em meio a preocupações sobre o impacto da mídia social na saúde e segurança das crianças.

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A partir de segunda-feira, as plataformas de rede social, incluindo o Facebook ‌e o Instagram, da Meta, o TikTok e ‌o YouTube, da ⁠Alphabet, ⁠deverão realizar a verificação de idade com base em ⁠registros emitidos pelo ‌governo, informou a ‌Comissão de Comunicações e Multimídia da Malásia.

Multas de até 10 milhões de ringgit (US$2,5 milhões) podem ser cobradas das plataformas de mídia ⁠social que não cumprirem a medida.

"A medida não tem a intenção de proibir o acesso de crianças à internet ou de negar-lhes o ‌acesso à tecnologia", disse a comissão, mas visa aumentar a responsabilidade entre as plataformas, pais ⁠e responsáveis na proteção de menores online.

A verificação da idade dos usuários existentes será implementada pelas plataformas de rede social em um período de seis meses.

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A Malásia intensificou o escrutínio das empresas de mídia social depois de constatar um aumento acentuado de conteúdo online prejudicial nos últimos anos, e está reprimindo material que deliberadamente tenta provocar tensões raciais ou religiosas, ou que critica a monarquia.

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