Os jogadores das seleções, sem dúvida alguma, são as grandes estrelas da Copa do Mundo de 2026. Mas não dá para deixar de lado aqueles que realmente fazem o jogo acontecer: as bolas de futebol. São elas que cruzam o gramado em jogadas históricas, entram para a memória dos torcedores e, ao longo das décadas, também passaram a incorporar avanços tecnológicos que transformaram o futebol dentro de campo.
A poucos meses do início do campeonato que será sediado nos Estados Unidos, México e Canadá, a adidas revelou oficialmente a Trionda, a nova bola da Copa do Mundo de 2026. E ela está bem longe de ser uma simples bola com novo visual. Com sensores internos, transmissão de dados em tempo real e integração com sistemas de arbitragem por inteligência artificial, a bola inaugura uma nova fase do futebol: aquela em que engenharia de precisão, rastreamento digital e conectividade passam a interferir diretamente nas decisões dentro de campo.
Mas até chegar a esse nível de tecnologia, as bolas da Copa passaram por mais de 50 anos de evolução. Das bolas de couro pesadas que praticamente desapareciam nas transmissões em preto e branco até os modelos conectados ao VAR, cada geração ajudou a transformar o futebol em um esporte cada vez mais tecnológico.
1) Telstar (1970): a bola que mudou a televisão
A primeira bola oficial da adidas em Copas do Mundo surgiu no México, em 1970, e mudou para sempre a identidade visual do futebol. Com 32 gomos pretos e brancos, a Telstar foi criada para melhorar...
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