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Canadá abre a porta para os carros chineses e EUA advertem: "vão se arrepender"

Representante comercial dos EUA afirma que veículos não afetarão as montadoras estadunidenses

22 jan 2026 - 11h10
(atualizado às 12h16)
Foto: Xataka

No começo da semana passada, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, visitou Pequim para negociar um acordo com o presidente da China, Xi Jinping, o primeiro-ministro da China, Li Qiang, e o presidente do Comitê Permanente da Assembleia Popular Nacional da China, Zhao Leji.

Esse acordo pode revolucionar o mercado automotivo canadense, pois o primeiro-ministro reabriu o Canadá aos veículos elétricos fabricados na China, reduzindo a tarifa de 100% sobre as importações — imposta em 2024, seguindo os mesmos passos dos EUA — para 6%.

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Em virtude desse acordo, até 49.000 veículos elétricos chineses serão importados para o Canadá todos os anos. Melhor ainda: cerca de 50% desses veículos elétricos importados terão preço inferior a 35.000 dólares (R$ 188 mil), o que oferece aos consumidores canadenses uma opção mais acessível para adquirir um novo veículo elétrico.

Em contrapartida, a China eliminará as tarifas sobre a farinha de canola, as lagostas, os caranguejos e as ervilhas canadenses, além de reduzir as tarifas sobre as sementes de canola para 15% até março de 2026.

Embora esses veículos elétricos chineses representem apenas 3% do mercado automotivo canadense, as autoridades do país pareceram particularmente satisfeitas com a flexibilização das tarifas sobre seus principais produtos agrícolas de exportação, como as ervilhas e as sementes de canola.

Como era de se esperar, o governo Trump se pronunciou e afirmou que o Canadá irá lamentar sua decisão de permitir que a China ...

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