O Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) processou a Zoom nos Estados Unidos nesta segunda-feira, acusando a empresa de infringir uma das patentes da universidade relacionadas à tecnologia de videoconferência.
A instituição de ensino afirmou que o software de comunicação por vídeo da Zoom viola seus direitos sobre a tecnologia de videoconferência que desenvolveu para auxiliar cientistas da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN), com sede na Suíça.
Os porta-vozes da Zoom não responderam imediatamente a um pedido de comentário sobre a queixa. Um porta-voz da Caltech se recusou a comentar.
A Caltech disse que seus professores desenvolveram a tecnologia patenteada para dar suporte a conferências entre cientistas do CERN em mais de 140 países. A ação afirma que o sistema de videoconferência do CERN tinha 26.500 usuários registrados em 2006.
A Zoom foi fundada em 2011 e ganhou popularidade como plataforma de reuniões remotas durante a pandemia. A ação judicial alega que a plataforma da Zoom utiliza indevidamente inovações patenteadas pela Caltech para melhorar o desempenho e a confiabilidade do sistema de videoconferência.
A Caltech solicitou uma indenização monetária de valor não especificado.