Dietas radicais são inimigas da mulher na menopausa e aceleram perda óssea e muscular
A busca pelo corpo ideal ainda pesa sobre os ombros das mulheres, especialmente após os 45 anos, quando o metabolismo desacelera, os hormônios flutuam e o ganho de gordura abdominal se torna mais comum.
“É justamente nesse cenário que muitas acabam recorrendo a dietas radicais. Essa estratégia é não apenas ineficaz, como também pode ser perigosa. Depois dos 40, passamos por uma fase em que a tendência é a diminuição da massa magra, por isso a ideia é tentar preservar essa massa magra para sustentar o metabolismo e prevenir doenças muito comuns nessa fase da vida, a sarcopenia e osteoporose”, explica Patricia Magier, ginecologista formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e criadora do Método Plena para cuidado da mulher de forma completa, profunda e individualizada.
“Dietas muito restritivas induzem à perda rápida de peso, mas boa parte dessa perda vem de massa muscular, o que compromete gravemente a saúde na menopausa e no climatério”, acrescenta a médica.