Um novo estudo sugere que a pegada a pegada ao treinar o tríceps na polia influencia mais do que se pensava
Pesquisas recentes exploram como pequenos ajustes nos exercícios podem impactar a ativação muscular
Um dos exercícios básicos para treinar os tríceps são as clássicas extensões de cotovelo na polia alta ou simplesmente tríceps na polia. Esse exercício pode ser realizado com pegada pronada, supinada ou neutra. Em outras palavras, podemos colocar as palmas das mãos voltadas para baixo, para cima ou para dentro, respectivamente.
As pegadas pronada e neutra são as mais comuns nesse exercício, mas sempre houve certa controvérsia sobre o uso da pegada supinada. Muitos afirmam que ela permite enfatizar a cabeça longa do tríceps.
Ao dizer "enfatizar", não nos referimos a isolar, mas sim a direcionar um pouco mais do esforço para essa cabeça específica, sem deixar de envolver as outras duas.
No passado, o uso da pegada supinada já foi questionado por dois motivos principais:
- Assim como o bíceps se ancora no rádio e consegue fazê-lo "girar" sobre a ulna para supinar o antebraço, o tríceps, ao se fixar na ulna que permanece imóvel durante todo o movimento, não é afetado por essa ação.
- A pegada supinada, por sua vez, tende a ser desconfortável e exige maior força dos músculos do antebraço para realizar o tríceps na polia, o que pode se tornar um fator limitante, em vez do próprio tríceps.
No entanto, pesquisas recentes trazem novos elementos que convidam a reconsiderar esses pontos. Entenda se o tipo de pegada realmente influencia o tríceps durante o exercício.
Novo estudo sobre extensões de cotovelo na polia e tipo de pegada
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