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Os animais fantásticos de J.K. Rowling ganham vida em museu

Pelúcio, Occami, Seminviso, mas também unicórnios, dragões e sereias serão exibidos no Museu da História Natural de Londres

9 dez 2020
12h03 atualizado às 13h23
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12h03 atualizado às 13h23
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Pelúcio, Occami, Seminviso, mas também unicórnios, dragões e sereias serão exibidos a partir desta quarta-feira, 9, no Museu da História Natural de Londres, em uma exposição sobre os Animais Fantásticos de J.K. Rowling que apresenta as feras reais em que se inspiram.

Os 'animais fantásticos' de J.K. Rowling ganham vida em museu de Londres
Os 'animais fantásticos' de J.K. Rowling ganham vida em museu de Londres
Foto: Henry Nicholls / Reuters

O visitante estará imerso em um universo estranho, mas bem conhecido pelos fãs da histórias do bruxo Harry Potter, seguindo os passos de Newt Scamander, o magizoólogo britânico que protagoniza o livro e a série de filmes.

Esses filmes – cuja trama se passa no mesmo universo que a saga de Harry Potter, mas cerca de 60 anos antes – confrontam o herói com uma coleção de monstros e bestas incríveis.

"Olhamos as características surpreendentes de alguns desses animais fantásticos e os comparamos com nossa coleção de mais de 80 milhões de espécimes", explicou Lorraine Cornish, a chefe-conservadora do museu.

A operação permitiu estabelecer "vínculos extremamente significativos e fascinantes" com mais de 100 espécimes, apresentadas na exposição, acrescenta.

A primeira parte remete às origens dos monstros presentes na saga, mas que também pertencem ao imaginário coletivo, como dragões, unicórnios e sereias, mostrando como surgiram tais crenças.

O esqueleto de 8 metros de comprimento de um estranho peixe dos abismos oceânicos fala sobre os mitos das enormes serpentes marinhas. Verdadeiros chifres gigantes explicam a origem dos unicórnios, cujos pelos são usados para fazer as varinhas mágicas de Ron Weasley e Draco Malfoy, personagens centrais da saga de Harry Potter.

Real, estranho e fantástico

Esqueletos e verdadeiros animais dissecados procedentes das grandes coleções do Museu da História Natural se juntam na exposição com varinhas, trajes e decorações do mundo de J.K. Rowling cedidas pelos estúdios Warner Bros.

"A segunda seção da exposição explora" como Rowling se inspirou em "habilidades, comportamentos ou propriedades extraordinárias de animais reais" para criar seus animais fantásticos, explica Louis Buckley, comissário da exposição.

Sendo assim, a habilidade do Seminviso, uma espécie de macaco prateado muito veloz, de tornar-se invisível está relacionada, entre outras coisas, com a camuflagem das "borboletas-folhas".

No total, se apresentam e analisam com detalhes 12 animais do mundo dos bruxos nesta exposição, com a qual os conservadores esperam tirar o pó da imagem do Museu de História Natural e despertar a curiosidade de "novas audiências", especialmente os fãs da saga mundialmente famosa.

Apresentada como uma experiência familiar, Animais Fantásticos: Maravilhas da Natureza, é inaugurada pouco depois que o museu reabriu suas portas após o segundo confinamento na Inglaterra contra a pandemia de coronavírus e poderá ser visitada até agosto de 2021.

Sem revelar mais detalhes, os organizadores já indicaram que a exposição, que apresenta 125 objetos de vários museus e estúdios da Warner Bros, percorrerá depois vários países.

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Estadão
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