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Hotel de Tóquio tem bar onde o visitante parece andar por cima dos prédios

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Tóquio se gaba de ter os melhores barmen do mundo: muitos a conhecem como a Capital dos Coquetéis. Assim, sem modéstia, eles esnobam do Bellini de Veneza e da escola americana. Os barmen japoneses procuram a perfeição nos seus drinques como um joalheiro busca tirar o máximo de uma pedra bruta. O gelo, por exemplo, é esculpido na mão, nos melhores locais.

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O bar Peter, no hotel Península, fica nas alturas, de onde se pode desfrutar de uma espetacular vista aérea da cidade. Considerado por sites e revistas como um dos melhores bares do mundo, o Peter rende culto à fama dos barmen de Tóquio, no seu ambiente moderno, discreto e minimalista - e absolutamente high tech.

As paredes são computadorizadas: os visitantes parecem andar por cima dos prédios, mas numa hora todo muda e uma chuva de folhas digitais começa a descer pelos muros. Sob a tutela do chefe Patrice Martineau, o Peter se destaca pelos petiscos refinados, como o Tartar de Atum (atum cru, picado e bem temperado) e o Chocolate Dome (uma irresistível construção de chocolate, irresistível).

Mas o ponto alto são os drinques. O Tóquio Joe (referência ao filme de 1949, estrelado por Humphrey Bogart) é o coquetel de referência do senior bartender Mari Kamata. A receita é quase simples, se tiver os ingredientes: 20 ml de gin Bombay Sapphire, 10 ml de Drambuie, 20 ml de umeshu (um licor japonês, bastante doce e de sabor indescritível), 40 ml de suco de groselha e 10 ml de suco de limão. Mistura-se com gelo e chacoalha-se bem. Mas dificilmente o resultado seja o mesmo que consegue Kamata.

Agência Andrés Bruzzone Comunicação

Fonte: Especial para Terra
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