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Turismo

Ilha de Paquetá: guia de turismo e lazer

Ilha de Paquetá: descubra praias calmas, charme histórico e passeios de bicicleta; explore atrações, restaurantes e dicas práticas hoje mesmo

31 jan 2026 - 14h31
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Ilha de Paquetá atrai quem busca um passeio rápido, calmo e cheio de história dentro do Rio de Janeiro. O bairro-insular, no meio da Baía de Guanabara, combina ruas de terra, poucos carros e casarios preservados. Assim, o destino oferece uma experiência mais lenta, com foco em caminhadas, bicicleta e paisagens à beira-mar.

Ilha de Paquetá aparece em praticamente todos os roteiros turísticos da cidade. Afinal, o local reúne praia, cultura popular e tradições antigas. Além disso, o acesso simples por barca ajuda moradores e visitantes a incluírem o passeio mesmo em viagens curtas.

Ilha de Paquetá – depositphotos.com / RenatoPMeireles
Ilha de Paquetá – depositphotos.com / RenatoPMeireles
Foto: Giro 10

Como chegar à Ilha de Paquetá saindo do Centro?

O trajeto até a Ilha de Paquetá começa na Praça XV, no Centro do Rio. A travessia ocorre por barcas regulares, operadas em horários fixos ao longo do dia. Portanto, o visitante precisa apenas comprar o bilhete, aguardar o embarque e seguir viagem pela Baía de Guanabara.

A duração média do trajeto gira em torno de uma hora. Durante o percurso, a vista inclui o Pão de Açúcar, a Ponte Rio-Niterói e parte do litoral da cidade. Por isso, muitos viajantes já iniciam o passeio tirando fotos na área externa da embarcação.

Quem deseja evitar imprevistos consulta os horários previamente. Assim, a pessoa organiza a volta com tranquilidade e aproveita melhor o dia em Paquetá. Em períodos de férias e feriados prolongados, as filas aumentam e exigem maior atenção.

Ilha de Paquetá – Reprodução
Ilha de Paquetá – Reprodução
Foto: Giro 10

O que fazer na Ilha de Paquetá em um dia?

A Ilha de Paquetá concentra quase todos os atrativos em uma área pequena. Dessa forma, um passeio de um dia rende muitas paradas e caminhadas leves. Ruas sem trânsito intenso permitem deslocamentos a pé ou de bicicleta com segurança.

Entre os pontos mais procurados, alguns se destacam:

  • Praia da Moreninha: reúne quiosques, área de banho e vista ampla da Baía de Guanabara.
  • Parque Darke de Mattos: abriga mirantes, áreas de sombra e trilhas curtas.
  • Pedra da Moreninha: oferece vista panorâmica e rende fotos do pôr do sol.
  • Igreja do Senhor Bom Jesus do Monte: marca a presença religiosa e histórica na ilha.
  • Praça Bom Jesus: concentra comércio, bicicletas para aluguel e movimento diário.

A rotina em Paquetá segue um ritmo calmo. Por isso, muitos visitantes priorizam atividades simples. Caminhadas pela orla, banhos de mar e pausas em bancos públicos criam um clima de cidade do interior. Ao mesmo tempo, bares e restaurantes locais servem pratos de peixes e frutos do mar.

Ilha de Paquetá é só para um bate e volta?

Muita gente associa a Ilha de Paquetá a um simples passeio de um dia. No entanto, o bairro oferece hospedagens pequenas, como pousadas e casas por temporada. Assim, quem prefere uma experiência mais longa encontra alternativas para passar o fim de semana.

Uma estadia maior permite observar a rotina dos moradores. No início da manhã, ciclistas cruzam as ruas de terra batida e crianças caminham para a escola. Durante a tarde, moradores se reúnem nas praças para conversar e acompanhar o movimento das barcas.

À noite, a ilha fica mais silenciosa. Alguns bares e restaurantes permanecem abertos, porém em clima tranquilo. Essa atmosfera favorece caminhadas curtas e momentos de descanso na orla. A iluminação pública cobre os principais trechos, mas muitas ruas conservam um ar de vilarejo.

Curiosidades históricas e culturais sobre a Ilha de Paquetá

A Ilha de Paquetá carrega referências históricas desde o período colonial. Registros apontam antigos engenhos de cana e presença de famílias influentes. Mais tarde, figuras ligadas à política e à literatura passaram pela região. Assim, o bairro ganhou fama de refúgio e cenário de romances.

Ao caminhar pelas ruas, o visitante observa casas antigas com fachadas coloridas. Muitas construções seguem estilos de períodos diferentes. Essa mistura cria um conjunto arquitetônico variado e fotogênico. Ao mesmo tempo, moradores preservam tradições como festas religiosas e eventos comunitários.

Carros quase não circulam na ilha. O deslocamento ocorre com bicicletas, charretes motorizadas e caminhadas. Essa característica reforça o clima de sossego e agrada quem busca uma pausa do trânsito intenso da cidade. Além disso, o ar costuma parecer mais limpo, graças à ausência de grandes vias.

Dicas práticas para aproveitar melhor a viagem

Alguns cuidados simples tornam o passeio mais confortável. Em dias de calor, o visitante leva protetor solar, chapéu e garrafa de água. As sombras de árvores ajudam, porém o deslocamento ocorre quase sempre a céu aberto.

Veja algumas orientações gerais para a Ilha de Paquetá:

  1. Chegar cedo à Praça XV e evitar filas longas.
  2. Conferir os horários das barcas de ida e volta.
  3. Levar dinheiro em espécie, pois nem todos os locais aceitam cartão.
  4. Alugar bicicleta logo na chegada, caso deseje explorar mais pontos.
  5. Respeitar áreas de preservação ambiental e evitar lixo nas praias.

Durante o passeio, recomenda-se planejar paradas para refeições com antecedência. Em alta temporada, restaurantes ficam cheios e atendem com mais demora. Por isso, muitas pessoas preferem combinar lanches rápidos com um almoço principal.

Ao final do dia, a travessia de volta encerra a experiência. A luz do fim de tarde sobre a Baía de Guanabara cria um cenário marcante. Assim, o retorno pela barca fecha o roteiro pela Ilha de Paquetá de forma simples e memorável.

Ilha de Paquetá – Reprodução
Ilha de Paquetá – Reprodução
Foto: Giro 10
Giro 10
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