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Egito: Alexandria pode ser conhecida em escala de cruzeiro

18 nov 2013 - 07h05
(atualizado às 07h05)
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Uma das cidades mais importantes da história da humanidade está na rota das viagens marítimas e pode ser visitada em uma escala de cruzeiro. Alexandria, no Egito, fundada pelo conquistador macedônio Alexandre, o Grande, em 331 a.C., preserva vestígios de grandes monumentos da antiguidade ao mesmo tempo que é uma metrópole com 4 milhões de habitantes.  

Um deles é o Pilar de Pompeu, que pertencia ao templo do deus egípcio Serápis. O santuário começou a ser construído em 300 a.C., e tomou grandes proporções ao longo dos anos. No entanto, em 391 d.C. foi destruído por cristãos e apenas o pilar, algumas colunas de mármore, túneis, criptas e nichos restam em pé.

Do antigo Farol de Alexandria e sua grande torre, nada restou. A única possibilidade de ver vestígios é sob a água. No local onde se supõe que ele ficava hoje está a fortaleza de Qaitbay, uma fortificação defensiva construída em 1480 pelo sultão de mesmo nome.

Mas há o que ver. As Catacumbas de Kom el Shogafa, um sítio arqueológico descoberto em 1900, são um bom exemplo. Construídas no século I e utilizadas até o século IV, formam um dos maiores cemitérios subterrâneos dos romanos egípcios. Os turistas podem acessá-las por uma escadaria e ver de perto o local onde estão sepultadas mais de 300 múmias. Nas catacumbas há traços do período helenístico e do antigo Império Romano.

A antiga e mítica Biblioteca de Alexandria, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, foi destruída, mas a nova, construída em local próximo, vale ser conferida. Inaugurada em 2002, ela é o maior espaço para leitura do mundo, e possui um acervo suntuoso em diversas línguas. Nela estão quatro museus permanentes e um espaço interativo. Seu formato, um grande cilindro inclinado, é outro destaque, além de mosaicos antigos encontrados em escavações na cidade.

Mais recente, a maior mesquita de Alexandria, é também cartão-postal. A mesquita Abu Al-Abbas Al-Mursi foi construída em 1775 para celebrar a vida de um sheik enterrado ali. Seu design inclui uma fachada cor de creme, quatro grandes abóbadas, arabescos e um grande minarete.

Às margens do Mar Mediterrâneo, Alexandria abriga o maior porto do Egito e tem uma grande tradição em pesca. Para mergulhar um pouco nessa ligação do destino com o mar conheça o Mercado de Peixes de Anfushi. Lá é possível ver uma grande quantidade de frutos do mar e ainda observar o trabalho dos pescadores.

Ponto turístico da época romana são as ruínas do Anfiteatro de Kom el-Dikka, que significa pilha de cascalho. Favela até 1959, o anfiteatro foi descoberto em uma escavação à procura do túmulo de Alexandre. Com 800 lugares de mármore, imagens de carruagens e duas praças com o piso em mosaico, a descoberta foi uma surpresa celebrada por historiadores e turistas. E da para aproveitar e visitar a Vila dos Pássaros, próxima ao anfiteatro. Essa área, também romana, é recheada de belos mosaicos de pássaros.

Veja roteiro que passa por Alexandria:

18 noites em cruzeiro - Viagem a bordo do navio Costa Fortuna, da Costa Cruzeiros, com partida de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos em 28 de março de 2014. Escalas em Mascate, Al Fujayrah, Khasab e Salalah, em Oman, Safaga, Sharm El Sheikh e Alexandria, no Egito, Nápoles e Savona, na Itália. Preços a partir de R$ 3.078 por pessoa, mais taxas.

Fonte: Canarinho Press
Fonte: Terra
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