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Vídeo: Jovem paraplégica movimenta a perna após receber Polilaminina

A jovem catarinense Eduarda Atkinson, de 23 anos, aparece movimentando uma das pernas após passar por um procedimento com Polilaminina.

5 jun 2026 - 13h35
(atualizado às 14h01)
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Um vídeo que circula nas redes sociais tem levado esperança a milhares de pessoas que acompanham pesquisas voltadas à recuperação de lesões medulares.

Eduarda Atkinson, de 23 anos.
Eduarda Atkinson, de 23 anos.
Foto: Reprodução/Redes sociais / Portal de Prefeitura

Nele, a catarinense Eduarda Atkinson, de 23 anos, aparece movimentando uma das pernas após passar por um procedimento com Polilaminina, substância que vem sendo estudada como uma alternativa para estimular a regeneração do sistema nervoso.

A jovem sofreu um grave acidente de trânsito em janeiro deste ano na rodovia SC-110, em Santa Catarina. O impacto provocou uma lesão na medula e comprometeu os movimentos dos membros inferiores, alterando completamente sua rotina.

Meses depois, a família decidiu apostar no tratamento realizado em Foz do Iguaçu, no Paraná. Poucos dias após receber a aplicação da Polilaminina, Eduarda começou a apresentar respostas motoras que não eram observadas desde o acidente.

O momento que mais chamou atenção foi registrado em vídeo e compartilhado pela própria jovem. Nas imagens, ela consegue realizar movimentos com a perna enquanto recebe estímulos. Embora discretos, os sinais foram celebrados como uma importante conquista dentro do processo de reabilitação.

"Um pequeno movimento, mas com um significado gigante", escreveu Eduarda ao comentar a gravação.

          Ver essa foto no Instagram                      

Um post compartilhado por Eduarda Atkinson (@_eduardasouz_)

Segundo ela, os avanços ainda são graduais e exigem dedicação diária, mas cada nova resposta do corpo representa uma vitória. O vídeo rapidamente ganhou repercussão e passou a ser compartilhado por pessoas que acompanham histórias de superação e tratamentos experimentais.

A Polilaminina é uma tecnologia desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e vem sendo estudada por seu potencial de auxiliar na recuperação de tecidos nervosos danificados.

Especialistas ressaltam, no entanto, que os estudos continuam em andamento e que os resultados podem variar de paciente para paciente.

Apesar das incertezas naturais de qualquer tratamento em fase de avaliação, o caso de Eduarda renovou a esperança de muitas famílias que convivem com lesões medulares.

Enquanto segue o processo de recuperação, a jovem continua compartilhando sua evolução nas redes sociais, onde recebe mensagens de apoio de seguidores de diversas partes do país.

Para ela, cada novo movimento representa mais do que um avanço físico: é a prova de que ainda existe caminho para seguir em frente após um dos momentos mais difíceis de sua vida.

Portal de Prefeitura
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