Vamos juntos virar o jogo da vacinação no Brasil?
Já estivemos entre os campeões da cobertura vacinal no mundo, com 95% de pessoas imunizadas em 2015. O País precisa recuperar um lugar no pódio para não correr riscos de doenças graves voltarem a circular
Hoje é comemorado o Dia Mundial da Imunização e, por isso, você vai acompanhar aqui no Estadão e em todas as nossas mídias sociais, no podcast Notícia No Seu Tempo e na Rádio Eldorado a #ViradadaVacina. Precisamos discutir esse assunto em profundidade: o Brasil que já esteve entre os campeões mundiais de cobertura vacinal, com mais de 95% da população protegida em 2015, vem assistindo a uma perigosa queda. E, com índices mais baixos, doenças controladas e até mesmo eliminadas podem voltar a nos assombrar.
Mas podemos virar esse jogo, e temos condições para isso: contamos com um Programa Nacional de Imunização (PNI) elogiado internacionalmente; nos postos de saúde há vacinas gratuitas e disponíveis para todos. E para todos mesmo, pois o nosso esquema vacinal começa na maternidade e nos acompanha por toda a vida.
Hoje muitos lugares emendam o feriado de Corpus Christi e as unidades básicas de saúde podem estar fechadas. Em São Paulo, a vacinação é feita nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs integradas de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, aos sábados e feriados nas AMAs/UBSs Integradas, no mesmo horário.
Na segunda-feira, logo cedo, todos os postos abrem normalmente e você poderá exercer um dos maiores atos de amor consigo mesmo e com o próximo: a vacinação. Que aqui no Brasil é oferecida de forma gratuita. Um privilégio.
Leia as reportagens da Virada da Vacina: