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Reembolsos de planos de saúde: como solicitar no caso de autismo?

Executivo da Piwi lista o passo a passo para a solicitação do benefício

3 mai 2024 - 06h25
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Resumo
Brasil enfrenta problemas para encontrar informações básicas sobre casos de autismo, isso deve refletir dentro do mercado de planos de saúde. Afinal, grande parte da população não sabe que, de acordo com a Lei 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, as operadoras de saúde são obrigadas a cobrir qualquer técnica ou método indicado pelo médico assistente para tratamento de algum dos transtornos enquadrados na CID F84 (Classificação Internacional de Doenças).
Foto: Freepik

Nos últimos anos, o transtorno do Espectro Autista (TEA) ou simplesmente autismo tem voltado a chamar a atenção da população, que tem enfrentado cada vez mais dificuldade em encontrar informações sobre o assunto. Para se ter uma ideia, somente no último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram incluídos dados sobre autismo no Brasil, que conta com 2 milhões de pessoas com Espectro Autista. 

Em outras palavras, se o Brasil enfrenta problemas para encontrar informações básicas sobre casos de autismo, isso deve refletir dentro do mercado de planos de saúde. Afinal, grande parte da população não sabe que, de acordo com a Lei 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, as operadoras de saúde são obrigadas a cobrir qualquer técnica ou método indicado pelo médico assistente para tratamento de algum dos transtornos enquadrados na CID F84 (Classificação Internacional de Doenças).

Segundo ela, os planos de saúde precisam cobrir tratamentos que englobam desde o atendimento multidisciplinar, terapia, psicoterapia, até casos de fonoaudiologia, entre outros, desde que tenham relação com o tratamento de TEA. 

No entanto, Wagner Bernardo, VP de clientes da Piwi, corretora digital que visa resolver as dores das PMEs no momento da pesquisa, contratação e gestão de planos de saúde e benefícios, reforça que a cobertura varia de acordo com o tipo de plano contratado. 

“É importante que o beneficiário verifique as condições disponibilizadas pela operadora de saúde, desde o tempo de carência para cada tipo de procedimento, rol de procedimentos até os limites de cada tipo de cobertura.  E, claro, entrar em contato com a operadora a fim de conferir as condições de reembolso para tratamentos de autismo”, comenta o executivo. 

Passo a passo

Caso o seu plano de saúde possua uma política para tratamentos de autismo, o executivo elencou um passo a passo para a solicitação desse reembolso. Confira: 

Solicite um encaminhamento médico: Ele é a peça principal para que o convênio e os demais especialistas consigam dar continuidade ao tratamento da maneira mais adequada. Esse é o primeiro passo para checar, inclusive, se o convênio seguirá apoiando o tratamento ou não. 

Guarde todos os recibos e documentações relacionadas ao tratamento: Como em qualquer outro procedimento é importante que o beneficiário compartilhe a nota fiscal dos serviços realizados nas instituições de saúde. Por isso, é primordial que após cada consulta e sessão de tratamento seja solicitado esse documento ao profissional que está atendendo-o. 

Preencha o formulário de reembolso: Após a realização de cada tipo de procedimento é importante que o beneficiário reúna todas as informações relacionadas ao tratamento para que tudo seja preenchido corretamente no formulário do convênio. E, claro, anexe todos os documentos solicitados. 

“Em resumo, os planos de saúde costumam oferecer uma série de alternativas para que o reembolso seja realizado com sucesso. É essencial que o RH da empresa e os beneficiários se informem corretamente sobre esse processo para tomar decisões mais certeiras para que recebam o suporte necessário durante todo o tratamento” finaliza o executivo.

(*) HOMEWORK inspira transformação no mundo do trabalho, nos negócios, na sociedade. É criação da Compasso, agência de conteúdo e conexão.

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