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O que, de fato, as crianças precisam comer em cada fase da infância?

A alimentação infantil muda conforme o crescimento e alguns nutrientes se tornam mais importantes em cada etapa da vida

14 mai 2026 - 12h18
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O desenvolvimento infantil não depende apenas da genética. O que vai ao prato influencia diretamente o crescimento, a imunidade, a formação cerebral e a saúde futura. Desde os primeiros meses de vida até a adolescência, o corpo passa por transformações intensas e precisa de nutrientes específicos para funcionar bem.

Entenda o que priorizar no prato desde os primeiros anos até a adolescência
Entenda o que priorizar no prato desde os primeiros anos até a adolescência
Foto: Shutterstock / Alto Astral

Além da alimentação, hábitos como hidratação adequada, sono de qualidade e rotina equilibrada também fazem diferença no desenvolvimento físico e emocional das crianças.

Entenda o que merece mais atenção em cada fase da infância.

Dos 0 aos 2 anos: fase de crescimento acelerado

Nos primeiros meses de vida, o leite materno continua sendo considerado o alimento mais completo para o bebê. Ele fornece nutrientes importantes, anticorpos e compostos que ajudam no desenvolvimento imunológico e neurológico.

Quando a amamentação não é possível, fórmulas infantis adequadas podem ser utilizadas com orientação médica.

A partir dos seis meses começa a introdução alimentar. Nesse período, o organismo passa a conhecer novas texturas, sabores e nutrientes.

Legumes, frutas, ovos, carnes e leguminosas devem ser inseridos gradualmente na rotina alimentar.

Nutrientes importantes nessa fase

  • Ferro, importante para o desenvolvimento cerebral e formação das células sanguíneas.
  • Gorduras boas, fundamentais para o cérebro.
  • Proteínas, que ajudam no crescimento e desenvolvimento muscular.

Também é recomendado evitar açúcar nos dois primeiros anos de vida e não oferecer leite de vaca antes dos 12 meses.

Dos 3 aos 5 anos: ossos e intestino ganham destaque

Na primeira infância, o apetite pode variar bastante. Em alguns períodos a criança parece comer muito; em outros, quase nada. Isso costuma fazer parte do desenvolvimento.

Nessa fase, dois nutrientes merecem atenção especial: cálcio e fibras.

O cálcio participa da formação óssea e dentária. Já as fibras ajudam o funcionamento do intestino e contribuem para a saúde da microbiota intestinal.

O que incluir no prato

  • Leite, iogurtes e queijos.
  • Frutas e verduras variadas.
  • Feijão e grãos integrais.
  • Carnes, peixes e ovos.

Quanto maior a variedade alimentar, maior a chance da criança desenvolver um paladar mais equilibrado ao longo da vida.

Dos 6 aos 7 anos: a rotina escolar muda a alimentação

Quando a criança entra na escola, o contato com produtos ultraprocessados aumenta. Refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos e doces começam a disputar espaço com refeições equilibradas.

Por isso, a lancheira preparada em casa ainda é uma das melhores estratégias para manter uma alimentação mais saudável.

Além disso, ensinar a criança a reconhecer escolhas equilibradas ajuda na construção da autonomia alimentar desde cedo.

O que merece atenção

  • Excesso de açúcar.
  • Ultraprocessados frequentes.
  • Bebidas açucaradas.
  • Falta de frutas e fibras no dia a dia.

Na adolescência, o corpo acelera

A adolescência funciona como uma segunda grande fase de crescimento. O organismo aumenta a produção hormonal, ganha massa muscular e amplia a demanda energética.

Por isso, alguns nutrientes se tornam ainda mais importantes.

Nutrientes essenciais na adolescência

  • Cálcio: ajuda na formação óssea e pode reduzir riscos futuros de osteoporose.
  • Ferro: importante para transporte de oxigênio e funcionamento cerebral.
  • Zinco: participa do crescimento e da imunidade.
  • Proteínas: ajudam na construção muscular e renovação celular.

Carnes, ovos, leite, vegetais verde-escuros, leguminosas, castanhas e cereais integrais ajudam a suprir essas necessidades.

Dormir bem também faz parte da saúde infantil

Sono e alimentação caminham juntos. Durante o descanso, o organismo libera hormônios importantes para crescimento, memória e recuperação física.

Crianças que dormem pouco tendem a apresentar mais alterações de comportamento, dificuldade de concentração e maior risco de ganho excessivo de peso.

Criar horários consistentes para dormir, reduzir telas antes de deitar e manter uma rotina organizada ajuda no desenvolvimento saudável.

Alimentação equilibrada faz diferença no futuro

Os hábitos alimentares construídos na infância costumam acompanhar a vida adulta. Por isso, oferecer variedade, equilíbrio e uma relação saudável com a comida pode impactar não apenas o crescimento, mas também a saúde física e emocional nos próximos anos.

Mais do que seguir dietas rígidas, o importante é criar uma rotina alimentar nutritiva, possível e adaptada para cada fase da infância.

Alto Astral
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