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Não consegue parar de comer? 7 sinais de uma possível compulsão alimentar

Problema atinge milhões de pessoas no Brasil e pode ter consequências graves se não for tratado corretamente

1 ago 2022 - 13h03
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Sintomas da compulsão alimentar
Sintomas da compulsão alimentar
Foto: Shutterstock / Sport Life

Saber os sintomas da compulsão alimentar é fundamental para conseguir diferenciar aquela fome esporádica e inofensiva de um distúrbio sério e que pode ter consequências graves para a saúde física e mental. De acordo com dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), 4,7% dos brasileiros sofrem com algum transtorno alimentar. O que correspondente à, aproximadamente, mais de 9 milhões de pessoas.

Por esse motivo, com a ajuda da supervisora de nutrição e dietética do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, separamos os sete principais sintomas da compulsão alimentar. Confira:

  1. Necessidade de comer sem que haja fome física;
  2. Não deixar de se alimentar, mesmo após satisfeito;
  3. Comer mais rápido do que o normal e sozinho, por vergonha da quantidade ingerida;
  4. Comer em grandes quantidades e em pouco tempo pode ser sinal de compulsão;
  5. Comer até sentir desconforto;
  6. Se sentir deprimido, com vergonha e culpa após comer demais;
  7. Os episódios podem ocorrer ao menos uma vez por semana, durante três meses.

Tratamento compulsão alimentar

Se você apresenta um ou mais desses sintomas, é melhor ficar atento e procurar uma avaliação médica especializada. A compulsão alimentar é um transtorno que pode provocar inúmeros prejuízos para a saúde e até mesmo contribuir para o desenvolvimento de doenças mais graves, como obesidade e diabetes.

A boa notícia é que, ao identificar os sintomas da compulsão alimentar rapidamente, o tratamento costuma proporcionar bons resultados. "Primeiro vem a etapa educacional, quando o paciente vai aprender sobre a doença e suas consequências, tirar dúvidas e conhecer o que é alimentação saudável. A segunda fase é a experimental, quando o foco será a mudança de comportamento", explica a Cintya.

"O trabalho é pautado em uma alimentação saudável e diversificada, porque o exagero na compulsão não está relacionado à fome física, mas na necessidade de suprir uma demanda emocional", completa a especialista.

Fonte: Cintya Bassi, supervisora de nutrição e dietética do São Cristóvão Saúde.

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