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Menopausa precoce tem tratamento? Entenda as opções

Embora não tenha cura, tratamento hormonal e mudanças no estilo de vida podem reduzir riscos à saúde

2 fev 2026 - 14h55
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A menopausa precoce tem tratamento e acompanhamento médico é essencial para reduzir sintomas e proteger a saúde ao longo dos anos. Embora a condição não tenha cura, existem terapias e cuidados que ajudam a melhorar a qualidade de vida e a diminuir riscos como osteoporose e doenças cardiovasculares.

Menopausa precoce acontece quando os ovários deixam de funcionar antes dos 40 anos
Menopausa precoce acontece quando os ovários deixam de funcionar antes dos 40 anos
Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

Essa fase acontece quando os ovários param de funcionar antes dos 40 anos, o que provoca queda na produção de hormônios importantes, como o estrogênio. Entender o que está acontecendo no corpo é o primeiro passo para buscar o cuidado adequado.

O que é menopausa precoce e por que ela acontece

A menopausa precoce ocorre quando a mulher deixa de menstruar antes dos 40 anos. Isso acontece porque os ovários passam a funcionar de forma insuficiente e produzem menos hormônios.

A condição também é chamada de insuficiência ovariana precoce. Diferente da menopausa natural, que faz parte do envelhecimento, ela surge antes do esperado e pode trazer impactos físicos e emocionais.

As causas nem sempre são conhecidas. Em muitos casos, não é possível identificar um motivo específico. Ainda assim, alguns fatores podem estar envolvidos.

Alterações genéticas, doenças autoimunes e tratamentos como quimioterapia e radioterapia estão entre as possíveis causas. Cirurgias que afetam os ovários também podem desencadear o problema.

Quais os sintomas?

Os sintomas são parecidos com os da menopausa que acontece na idade habitual, mas surgem mais cedo e, muitas vezes, de forma inesperada.

A irregularidade menstrual costuma ser um dos primeiros sinais. Os ciclos podem ficar mais espaçados, falhar por meses ou parar de vez.

Ondas de calor e suores noturnos também são frequentes. Eles podem atrapalhar o sono e causar cansaço ao longo do dia.

Alterações de humor, irritabilidade, ansiedade e dificuldade de concentração são queixas comuns. A queda hormonal também pode reduzir a libido.

O ressecamento vaginal pode causar desconforto durante a relação sexual. Algumas mulheres ainda relatam dor de cabeça, palpitações e sensação de falta de energia.

Ao perceber esses sinais antes dos 40 anos, é importante procurar avaliação médica para investigar a causa.

Existe tratamento para menopausa precoce?

E a resposta é: sim, existe tratamento para menopausa precoce! No entanto, ele não restaura totalmente a função dos ovários. O objetivo é controlar sintomas e proteger o organismo dos efeitos da falta hormonal.

A redução do estrogênio por muitos anos pode aumentar o risco de osteoporose e doenças do coração. Por isso, o tratamento não serve apenas para aliviar desconfortos do dia a dia. Ele também atua na prevenção de problemas futuros.

Quando a TRH é indicada

A Terapia de Reposição Hormonal (TRH) é uma das principais opções para mulheres com menopausa precoce. Ela repõe os hormônios que o corpo deixou de produzir antes do tempo esperado.

Em geral, a TRH é indicada até a idade média em que a menopausa aconteceria naturalmente, por volta dos 50 anos. Isso ajuda a reduzir sintomas intensos e a proteger ossos e coração.

A reposição pode ser feita por comprimidos, adesivos, géis ou anéis vaginais. A escolha depende da idade, histórico de saúde, presença de útero e preferências da paciente.

Nem todas as mulheres podem usar TRH. Histórico de câncer de mama, trombose ou doenças hepáticas, por exemplo, exige avaliação cuidadosa. Por isso, a decisão deve ser sempre individualizada.

Outras formas de cuidado

O tratamento da menopausa precoce não se resume aos hormônios. Mudanças no estilo de vida também fazem diferença na saúde e no bem-estar.

A prática regular de atividade física ajuda a proteger os ossos e o coração. Exercícios também contribuem para o controle do peso e a melhora do humor.

Uma alimentação equilibrada, rica em cálcio e vitamina D, é essencial para a saúde óssea. Evitar cigarro e reduzir o consumo de álcool também traz benefícios.

O suporte emocional é outro ponto importante. Receber o diagnóstico de menopausa precoce pode gerar impacto psicológico, especialmente para mulheres que ainda planejavam engravidar. Acompanhamento com psicólogo ou grupos de apoio pode ajudar no processo de adaptação.

A importância do acompanhamento médico

Cada caso de menopausa precoce é único. Por isso, o acompanhamento com ginecologista ou endocrinologista é fundamental.

O médico avalia sintomas, histórico familiar, exames e fatores de risco antes de indicar qualquer tratamento. Ao longo do tempo, o plano terapêutico pode ser ajustado conforme a resposta do organismo.

Consultas regulares também são importantes para monitorar a saúde dos ossos, do coração e da saúde íntima. Com informação, apoio e acompanhamento adequado, é possível atravessar essa fase com mais qualidade de vida.

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