Cesarianas podem aumentar as chances de depressão pós-parto
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Mulheres submetidas à cesariana têm mais chance de adquirir depressão pós-parto em relação a mamães que optaram pelo parto natural. O risco fica ainda maior se a cesariana for eletiva e não uma emergência médica - é o que diz pesquisa publicada nesta segunda (11) no jornal Daily Mail.
O estudo, realizado na Universidade Nacional de Yang-Ming, em Taiwan, analisou mais de 10.000 mães. Especialistas acreditam que a depressão aparece devido ao tempo que se leva na recuperação da cirurgia e também no sentimento de perda de controle que muitas mulheres sentem ao pegar o bebê pela primeira vez.
Uma em cada dez mães dá à luz através de uma cesariana planejada, geralmente devido a razões de saúde, mas em torno de 7% são realizadas a pedido da paciente - muitas vezes porque elas têm medo de dar à luz naturalmente ou preferem um parto programado.
Os perigos da depressão pós-parto são muito maiores se a mãe opta pela cesariana, afirma novo estudo
1) Os sintomas de diabetes gestacional se confundem com sinais da gravidez, como aumento de apetite, fraqueza, vômitos, náuseas, infecções por fungos, visão turva e maior quantidade de urina. Isso dificulta a percepção da mulhere e do médico sobre a doença. Outro fator é a perda de peso mesmo quando a grávida se alimenta de forma excessiva. É preciso fazer o exame de glicemia no início da gravidez. Se o resultado for maior que 86, é preciso acompanhar o aspecto glicêmico
Foto: Getty Images
2) Durante a gravidez, a placenta produz uma substância que interfere na ação da insulina, o hormônio responsável pela colocação da glicose dentro das células do organismo. Em condições normais, a gestante passa a produzir mais insulina para dar conta do excesso de açúcar que vai acumulando no sangue. No caso de quem apresenta diabetes gestacional, a quantidade de glicose no sangue é maior que o normal e atravessa a placenta
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3) Os principais fatores de risco para desenvolver a patologia são obesidade, casos da doença em família, partos anteriores de bebês com mais de 4 kg e histórico de abortos espontâneos ou morte fetal sem explicação
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4) Alguns detalhes podem ajudar na prevenção. A prática de atividades físicas é um deles, pois colabora com a redução dos níveis de glicemia no sangue e melhora a ação da insulina. A lista conta ainda com a diminuição do consumo de doces e carboidratos
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5) Após o diagnóstico da patologia, o primeiro passo para o controle é aderir a uma dieta restritiva, ou seja, sem nenhum tipo de doce e diminuição de carboidratos. É importante manter uma vida ativa. A glicose no sangue deve ser monitorada. Em último caso, se a taxa de glicose não diminuir, é preciso fazer aplicações de insulina durante a gestação
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6) Os bebês acabam apresentando peso maior que o comum e, mesmo assim, são mais fracos que os outros. Consequentemente, na hora do parto, têm dificuldade para sair do útero por serem maiores. Normalmente, ainda apresentam problemas respiratórios, excesso de insulina e hipoglicemia. Por esses motivos, são mais propensos a serem diagnosticados com diabetes tipo 2 no futuro
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7) Normalmente, o diabetes gestacional desaparece logo depois do parto, mas até 40% das mulheres que passaram pelo problema desenvolverão diabetes tipo 2 em um prazo de 10 anos. Caso fique grávida novamente, é muito provável que tenha o diagnóstico de diabetes mais uma vez