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Cólica em recém-nascidos: o guia para aliviar o choro e acalmar seu bebê

Seu bebê chora sem parar? Entenda o que é mito ou verdade sobre a cólica infantil e descubra como aliviar o desconforto do recém-nascido com segurança.

13 abr 2026 - 14h08
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A chegada de um bebê traz descobertas incríveis, mas também desafios que testam a calma de qualquer mãe. Entre os maiores receios dos primeiros meses, a cólica surge como um dos temas mais cercados de incertezas.

Foto: Reprodução/Shutterstock / Alto Astral

Muitas vezes, o choro inconsolável durante a madrugada gera uma busca desesperada por soluções rápidas e eficazes. É fundamental compreender o que a ciência diz para atravessar essa fase com mais tranquilidade e segurança.

Neste artigo, vamos explorar as causas reais desse desconforto e desmistificar crenças populares que nem sempre ajudam. Entender o funcionamento do corpo do pequeno é o primeiro passo para um cuidado mais assertivo.

O que é a cólica e como identificar os sinais

A definição clássica usada pela pediatria foca na intensidade e na frequência do choro do bebê saudável. Segundo os Critérios de Wessel, o quadro envolve choro por mais de três horas ao dia.

Essa manifestação costuma ocorrer pelo menos três vezes por semana, durante três semanas consecutivas na rotina. No entanto, médicos modernos explicam que essa regra é apenas uma forma de padronizar o diagnóstico clínico.

Atualmente, a medicina compreende que esse fenômeno não possui uma origem única e isolada em todos os casos. Conforme dados técnicos da Weleda, a cólica é um conjunto de manifestações com causas distintas.

A imaturidade do sistema digestivo

A hipótese mais aceita pelos especialistas é que o sistema digestivo do recém-nascido ainda está aprendendo a funcionar. Esse processo de maturação intestinal pode causar contrações musculares desconfortáveis e acúmulo de gases naturais.

Além da digestão, fatores neurológicos e a regulação do sistema nervoso também influenciam o comportamento do bebê. O pequeno ainda está se adaptando aos estímulos do mundo fora do útero materno.

Mitos comuns sobre as causas do desconforto

Muitas famílias acreditam que existe uma causa única que, se eliminada, resolveria o problema do choro imediatamente. No entanto, pesquisas indicam que intervenções na dieta materna nem sempre apresentam resultados consistentes ou eficazes.

Retirar laticínios ou cafeína pode ajudar alguns bebês, mas não funciona como uma regra para todos. Cada organismo reage de forma específica, o que exige observação atenta e orientação de um pediatra.

O uso de probióticos tem mostrado resultados promissores em bebês que recebem exclusivamente o leite materno. Já para aqueles que utilizam fórmulas infantis, as evidências científicas ainda são consideradas inconclusivas pelos pesquisadores.

O papel dos fitoterápicos e a segurança no tratamento

No manejo dos sintomas, muitos pais buscam alternativas naturais para aliviar as dores e acalmar o sistema nervoso. Medicamentos fitoterápicos, como o Kolikdoron da Weleda, utilizam plantas com histórico medicinal documentado para lactentes.

Ingredientes como camomila, erva-doce e melissa são conhecidos por suas propriedades relaxantes e digestivas há gerações. A ciência sugere que essas substâncias possuem um efeito espasmolítico, reduzindo as contrações do intestino.

Um ponto positivo destacado em estudos clínicos é o perfil de segurança dessas preparações específicas para bebês. Quando a dosagem é respeitada, o risco de efeitos colaterais é menor que em medicamentos sintéticos.

Benefícios das plantas medicinais

  • Camomila: Auxilia no relaxamento do sistema nervoso e acalma o estado de agitação.

  • Erva-doce: Contribui para a redução de gases e melhora o conforto abdominal.

  • Melissa: Possui ação suave que ajuda no bem-estar geral do recém-nascido.

Como lidar com a fase das cólicas no dia a dia

É importante lembrar que a cólica é uma condição autolimitada e tende a desaparecer naturalmente com o tempo. Na grande maioria dos casos, o desconforto melhora significativamente entre a oitava e a décima segunda semana.

Até que o bebê complete quatro meses, os episódios costumam cessar completamente sem deixar sequelas ou problemas. Saber que essa fase tem um fim ajuda a manter a saúde emocional dos cuidadores.

Para enfrentar os momentos de crise, algumas medidas práticas podem trazer alívio imediato para o pequeno:

  1. Mantenha o bebê em contato pele a pele para transmitir calor e segurança.

  2. Realize massagens suaves na barriguinha com movimentos circulares no sentido horário.

  3. Faça o movimento de "bicicleta" com as perninhas para auxiliar na eliminação de gases.

  4. Utilize compressas mornas, certificando-se sempre de que a temperatura está segura para a pele.

  5. Mantenha um ambiente calmo, com pouca luz e ruídos reduzidos durante as crises.

A importância do cuidado com quem cuida

O esgotamento físico e mental dos pais pode afetar diretamente a regulação emocional do bebê durante o choro. Buscar apoio de familiares e garantir períodos de descanso é essencial para manter a paciência necessária.

De acordo com orientações da Weleda Brasil, a resolução do quadro geralmente ocorre até o quarto mês de vida. O foco principal deve ser sustentar os pais para que o vínculo não seja comprometido.

Gerenciar o estresse familiar é tão importante quanto buscar tratamentos específicos para o desconforto físico do lactente. Lembre-se que você não precisa enfrentar essa jornada de forma solitária ou sem auxílio profissional.

Alto Astral
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