Americanos criam chocolate que pode reduzir sintomas da TPM
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Mulheres de todo o mundo podem afirmar que o chocolate tem propriedades medicinais. Afinal, durante a TPM o doce parece conseguir acalmar alguns sintomas que afetam o dia a dia delas. E agora há mais uma desculpa para abrir uma barra: a empresa norte-americana Xan Confections lançou o CocoPMS, trufas de chocolate meio amargo que prometem reduzir os efeitos da TPM devido às propriedades anti-inflamatórias dos compostos chasteberry e bilberry que fazem parte de sua fórmula.
Chocolate norte-americano promete reduzir sintomas da tpm
Foto: Getty Images
Segundo informações divulgadas pelo jornal Daily Mail desta segunda-feira (18), o chocolate ajuda a diminuir dores de cabeça e cólicas. "Estamos empolgados com a possibilidade de agradar a este nicho de mercado com um chocolate saudável e de alta qualidade", disse Susan Johnson, diretora da companhia.
Apesar de ser "livre de culpa", o chocolate da TPM pesa no bolso, já que pode custar entre 7,50 a 30 libras (algo entre R$ 19,10 e R$ 76,40).
Pesquisadores estimam que uma a cada três mulheres sofram com a tensão pré-menstrual até duas semanas antes da menstruação. O problema é causado pela mudança nos níveis do hormônio progesterona e traz sintomas variados como cólicas, inchaço, cansaço e distúrbios emocionais.
A Xan Confections tem ainda outros chocolates medicinais, como o CocoHeart, que promete manter o coração saudável e o CocoPreggers, destinado às gestantes e enriquecido com ácido fólico.
Os antidepressivos agem no cérebro aumentando a disposição de substâncias chamadas de neurotransmissores, promovendo a melhora dos sintomas e sinais da síndrome depressiva
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Segundo os especialistas, não existe uma fórmula que garanta a felicidade. No entanto, quando os neurotransmissores funcionam de maneira adequada, proporcionam sensação de bem estar
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Humor deprimido na maior parte do dia, diminuição do interesse ou prazer nas atividades, perda ou ganho significativo de peso e insônia são sintomas que, persistindo por mais de duas semanas, devem ser observados por um especialista
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Não existe quem não possa tomar antidepressivos, mas a avaliação sobre as contra-indicações deve ser feita pelo médico, que irá observar as condições do paciente para indicar o grupo de medicamentos mais adequado
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As reações mais comuns aos antidepressivos são alterações do sono e apetite, mudanças intestinais e dores de cabeça. Para minimizar os problemas, é preciso seguir a indicação de um médico e jamais se automedicar
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Segundo os especialistas ouvidos, os antidepressivos não causam dependência química. No entanto, parar de tomá-los de forma abrupta pode trazer problemas intestinais, náuseas e dores de cabeça
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Embora não existam pílulas ou hormônios da felicidade, algumas ações podem atuar na
promoção da saúde mental e na melhora da qualidade de vida, como atividade física regular, alimentação equilibrada, relacionamentos sólidos com familiares e amigos e vida sexual saudável