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Roseana Sarney detalha tratamento contra câncer de mama após histórico de 26 cirurgias: 'Não imaginei que seria tão difícil'

Deputada relata tratamento agressivo e complicações; câncer foi descoberto em agosto do ano passado, após nódulo suspeito na mama esquerda

17 abr 2026 - 13h52
(atualizado às 14h01)
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Em janeiro, Roseana Sarney foi internada com pneumonia enquanto trata câncer de mama agressivo
Em janeiro, Roseana Sarney foi internada com pneumonia enquanto trata câncer de mama agressivo
Foto: Reprodução/Instagram/@roseanasarney

A deputada federal Roseana Sarney (MDB-MA) revelou detalhes de seu maior desafio de saúde: um câncer de mama agressivo diagnosticado em 2025, após exame de rotina realizado durante internação no Hospital Sírio-Libanês. A doença foi identificada precocemente, mas evoluiu com complicações ao longo do tratamento

Com um histórico de mais de duas dezenas de cirurgias ao longo da vida, e nenhuma por estética, ela afirmou que o atual quadro superou experiências anteriores. O primeiro procedimento pelo qual passou foi ainda na juventude, para remover um cisto ovariano. Em 2025, aos 71 anos, foi submetida à 26ª operação. "Estou escolada com doença e sabia que não seria fácil, mas também não imaginei que seria tão difícil", disse em entrevista exclusiva à revista Marie Claire, na qual a parlamentar detalhou o impacto do diagnóstico e a intensidade do tratamento.

O câncer foi descoberto após exames de rastreamento realizados em agosto do ano passado, quando um nódulo suspeito foi identificado na mama esquerda. A confirmação veio após uma biópsia. Diferentemente de episódios anteriores, como um câncer de mama tratado em 2000 e um câncer de pele, desta vez o tumor foi classificado como triplo negativo, um dos subtipos mais agressivos, já em estágio avançado.

O tratamento inicial previa quimioterapia combinada com imunoterapia, seguida de cirurgia e novas etapas medicamentosas. No entanto, o plano sofreu interrupções devido a complicações como queda de imunidade, infecção generalizada, anemia, reações alérgicas e até uma embolia pulmonar. "Achei que eu estava no limite", relatou, na publicação desta sexta-feira, 17.

As intercorrências também afetaram o cronograma cirúrgico e a continuidade da chamada quimioterapia vermelha, que precisou ser interrompida antes do previsto. A etapa atual, com quimioterapia oral, segue em dose reduzida por recomendação médica. "Eu não quero diminuir o tratamento, quero que ele siga, mesmo que sofra mais", afirmou à Marie Claire.

Apesar das dificuldades, Roseana disse que mantém uma postura de enfrentamento da doença. Para a deputada, a fé, o acompanhamento médico e uma atitude positiva ao longo do processo têm ajudado. "Se eu tô tendo (a doença), é porque eu tenho força pra lutar. Então, vamos lutar", disse.

Fonte: Portal Terra
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