Pai de Lua Blanco faz desabafo emocionante uma semana após a morte: 'A Lua vive'
Em postagem, Billy Blanco Jr. falou sobre o carinho recebido após a perda da filha e destacou a relação que ela mantinha com os fãs
Uma semana após a morte da atriz Lua Blanco, aos 39 anos, por câncer de intestino, seu pai, Billy Blanco Jr., publicou um desabafo emocionante em que agradeceu o carinho e as orações dos fãs. Ele destacou o conforto de ver o quanto a filha era amada e o respeito mútuo cultivado com seu público. Segundo a tia da artista, ela encarou a doença com serenidade e teve uma passagem rápida, de apenas dois meses entre o diagnóstico e o falecimento.
Billy Blanco Jr., pai de Lua Blanco, usou as redes sociais nesta semana para prestar uma homenagem à filha e desabafar sobre sua morte. Lua, conhecida por ter participado de 'Rebeldes Brasil', morreu em 18 de outubro, aos 39 anos, em decorrência de um câncer de intestino.
Na publicação, feita uma semana após a morte, o familiar focou em agradecer aos fãs de Lua pelo apoio durante o período de luto. "Aqui, agradeço, de todo o meu coração quebrado, às milhares de mensagens de carinho e orações pela partida da minha, da nossa Lua. (Impossível responder a tantas!)", escreveu.
Pai de Lua Blanco agradece carinho dos fãs
Ao continuar o desabafo, então, Blanco Jr. destacou o quanto se emocionou ao perceber a dimensão do afeto construído pela filha ao longo dos anos. "Se torna um conforto ver o quão amada foi minha filha, como ela tocou a tantos com um amor que, eu sei, era verdadeiro! O apreço e respeito que ela tinha pela legião de fãs tão fiéis, durante tantos anos, era lindo de se ver", afirmou.
Além disso, o pai ressaltou a importância que esse público teve na vida da artista e voltou a agradecer pelo apoio oferecido à família após a morte dela. "A todas e todos vocês, agradeço do fundo, pela força e orações, e por terem sido alegria nos dias dela. Um beijo e abraço apertados de esperança! A Lua vive!", concluiu.
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Tia relata últimos dias da artistas
Em entrevista ao 'Terra', Maria Cândida Ribeiro, tia de Lua, contou como foram os últimos meses da sobrinha. Ademais, destacou a forma serena com que ela enfrentou o diagnóstico. "A Lua desde o diagnóstico até a partida dela foram dois meses, então ela foi muito agraciada com a passagem rápida, sem sofrimento, sem medo. A Lua foi uma mulher muito espiritualizada", detalhou. Confira matéria completa.
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