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Vai para a Tailândia nas férias? Veja passeios imperdíveis

Queridinha dos mochileiros por sua diversidade e preço, Tailândia oferece diversas opções de turismo

8 set 2014 - 13h57
(atualizado em 8/9/2014 às 13h17)
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De ilhas paradisíacas com águas cristalinas a montanhas, de florestas densas a metrópoles, a Tailândia apresenta opções para todos os gostos e para todos os bolsos. A simpatia do povo tailandês e a enorme riqueza cultural –  exemplificados em templos exuberantes e na vasta e apimentada culinária – são encantos irresistíveis para qualquer  turista.

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Localizado no sudeste Asiático, o país ocupa o território que era antes conhecido como Reino de Sião. A Tailândia é uma monarquia constitucional e o rei Bhumibol Adulyadej, que está no poder há 68 anos, é intitulado chefe de Estado, das Forças armadas e defensor do Budismo Theravada. Os templos budistas são uma das maiores atrações do país e de sua capital Bangkok; e é por lá que começaremos nossa jornada.

fotos: Marina Massote/Especial para Terra

Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Foto: Marina Massote / Especial para Terra

Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos.

Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Foto: Marina Massote / Especial para Terra

A melhor maneira mais agradável de conhecer a cidade é através do rio Chao Praya, que cruza a Bangkok de norte a sul. Há diversos píeres perto da região hoteleira, de onde é possível pegar um barco até os principais templos budistas e até Chinatown.

O Grande Palácio (Wat Phra Kaew), uma maravilha arquitetônica, é parada obrigatória. Ele está localizado na região conhecida como Cidade Velha. É lá que se encontra o Buda de Esmeralda, uma das imagens de Buda mais veneradas na Tailândia.

Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Foto: Marina Massote / Especial para Terra

Ao lado do Grande Palácio está Wat Pho, ou Buda Reclinado, uma escultura de 15 metros de altura e 43 de comprimento coberto em folha de ouro.

Na outra margem do rio Chao Praya fica Wat Arun, onde se pode subir em um dos templos e ter uma bela vista da cidade.

A arquitetura de cada templo varia de acordo com o seu período histórico e é bom reservar um dia inteiro da viagem só para prestar a atenção em cada detalhe.

Lembre-se, há regras de vestimentas para entrar nos templos. Ombros e joelhos de homens e mulheres devem estar cobertos. Para os esquecidos há sempre lojas do lado de fora ou, no caso dos templos mais famosos, é possível alugar sarongs na entrada.

Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Foto: Marina Massote / Especial para Terra

Os tailandeses são extremamente supersticiosos e para tudo possuem um amuleto da sorte, seja para prosperidade, saúde ou fertilidade. Não tão turístico, o mercado de amuletos do lado de fora do Grande Palácio é uma atração imperdível para quem busca uma proteção a mais. Mas não espere sanar suas dúvidas sobre o significado de cada amuleto, já que dificilmente você encontrará alguém que saiba falar inglês.

Cores vibrantes, aromas pungentes e uma agitação frenética tomam conta da Chinatown de Bangkok. Vale a pena ficar perdido em suas ruas e calçadas cheias de barraquinhas de comida. Caso seja destemido e tenha estômago forte, sempre se pode experimentar as iguarias servidas na rua também.

Ao Norte de Bangkok está a cidade antiga de Ayutthaya, que por 400 anos foi a capital do Reino de Sião. As ruínas dos templos Wat Phra Si Sanphet e Wat Phra Mahathat dão uma ideia do esplendor que o local teve até meados do século 16. Passeios de um dia são oferecidos por diversas agências de viagens em Bangkok e nos principais hotéis da capital.

Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Foto: Marina Massote / Especial para Terra

Outro passeio de um dia, saindo de Bangkok, é o mercado flutuante, Damnoen Saduak. O mercado é um labirinto de estreitos canais onde mulheres com chapéu de palha vendem um pouco de tudo, de bugigangas a frutas, passando pela sobremesa mais famosa do país: “sticky rice” (um arroz grudadinho) com leite de coco e manga. Há também muitas lojinhas nas margens dos canais. A melhor forma de circular pelo mercado é de barco, que pode ser contratado no próprio local.

A mais 700km ao noroeste de Bangkok, Chiang Mai é a segunda maior cidade da Tailândia e possui um excesso de 300 templos, sendo que 121 estão dentro do limite municipal. A cidade é rodeada por montanhas de um verde exuberante que são muito conhecidas por serem santuários de preservação da vida selvagem. É de lá que saem os passeios para andar de elefante e interagir com tigres.

Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Foto: Marina Massote / Especial para Terra

Ainda muito ameaçados pela caça, dos poucos milhares de tigres que permanecem na Ásia, cerca de 500 vivem em áreas de conservação no norte da Tailândia. Em determinados santuários é possível tocar e tirar fotos com os animais, desde filhotes à adultos.

Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Foto: Marina Massote / Especial para Terra

Muitos dos elefantes usados para trabalhar na indústria de madeira, transportando cargas pesadas, vivem hoje em reservas ambientais. Nesses santuários, você não só tem a chance de montar um elefante, mas de realmente passar um tempo com o animal em seu habitat natural.

Se você sonha em montar um elefante, evite fazer passeios que ofereçam cadeiras de madeira em cima do animal, já que esse “conforto” pode acabar machucando-o. A melhor maneira para o elefante é sentar diretamente no pescoço dele. É uma experiência única e não necessariamente confortável ou fácil de controlar, mas vale cada segundo. Você ainda poderá abraçar, dar banho, e dar comida na boca ou na tromba do animal.

Ao longo das décadas de 80 e 90, a Tailândia recebeu um grande contingente de pessoas fugindo da ditadura militar em Mianmar (antiga Birmânia), grande parte delas pertencendo ao grupo étnico Karen. Entre os refugiados, destacavam-se os integrantes do sub-grupo Padaung, popularmente chamado de “long neck” ou mulheres girafas.

Foto: Marina Massote / Especial para Terra

Há diferentes justificativas para o uso do colar de argolas de cobre no pescoço das mulheres Padaung, desde símbolo de beleza à proteção contra ataques de tigre. Atualmente, o uso dos colares ajuda a manter viva a identidade cultural da tribo, além de transformar, para os refugiado, o turismo em uma forma de sobrevivência.Se vida selvagem e passeios culturais não te atraem, que tal uma praia digna de filme? “A praia”, dirigido por Danny Boyle e estrelado por Leonardo DiCaprio em 2000, foi gravado nas Ilhas Phi Phi, no sudoeste da Tailândia. A ilha paradisíaca foi praticamente toda destruída pelo tsunami de 2004, mas hoje já está plenamente recuperada.

Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Foto: Marina Massote / Especial para Terra

A península de Railay também é uma opção para quem quer fugir do agito das famosas Phi Phi e Phuket e ainda aproveitar o cenário e as águas cristalinas.

Do outro lado da península do sul da Tailândia está Ko Samui. De lá saem os barcos para Ko Tao e Ko Phangan, os melhores destinos de snorkeling e mergulho de profundidade do Golfo da Tailândia. Se você quer agitação, lojas e muitas opções de restaurante Ko Samui é o seu lugar; há festas todas as noites.Queridinha dos mochileiros por sua diversidade e preço, na Tailândia você consegue vôos domésticos por menos de R$ 80,00. Vale a pena passar algumas semanas explorando todas as suas belezas.

Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Bangkok é uma cidade de contrastes. Arranha-céus ao lado de barracos com telha de latão; sistema de metrô mais moderno e limpo do que muitas cidades européias, contraposto por um trânsito caótico (com mão inglesa) de tuk-tuks e motos
Foto: Marina Massote / Especial para Terra

Viajantes mais animados podem aproveitar que já estão no sudeste asiático e dar um pulinho no Camboja para conhecer as ruínas de Angkor, um dos templos mais impressionantes do mundo e patrimônio cultural da Unesco, que foi imortalizado no filme Tomb Raider, com Angelina Jolie.

Siem Reap, Camboja

Angkor é um dos sítios arqueológicos mais importantes do Sudeste da Ásia. Estendendo-se por cerca de 400 km2, incluindo a área florestal, o Parque Arqueológico de Angkor contém as ruínas magníficas das diferentes capitais do Império Khmer, desde o século 9 até o século 15. Elas incluem o famoso templo de Angkor Wat , Angkor Thom e o Templo Bayon, com suas inúmeras esculturas em pedra.

Foto: Marina Massote / Especial para Terra

Quem visita os templos de Angkor, principal destino turístico do Camboja, deve ficar hospedado na cidade de Siem Reap. Tuk-tuks cobram em média R$ 50,00 a diária para levar os turistas de um templo ao outro. A entrada do parque é paga a parte, com passes de 1 dia (R$ 40), 3 dias (R$ 80) ou 7 dias (R$ 120).  

Informações importantes:

Brasileiros não precisam de visto para viajar para a Tailândia, mas, assim como os demais latino-americanos, precisam tomar vacina contra febre amarela e portar a carteira internacional de vacinação para entrar no país.

Foto: Marina Massote / Especial para Terra
Fonte: Especial para Terra
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