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Ioga na prancha de surfe deixa o corpo mais flexível e forte

17 mar 2014
07h11
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As praias do Rio de Janeiro tornaram-se verdadeiras academias a céu aberto neste verão, ganhando uma nova modalidade para quem deseja ficar com as curvas no lugar. Trata-se da ioga praticada na prancha de surfe, febre entre famosas como Carolina Dieckmann, Thaila Ayala e Gisele Bündchen que não têm medo de ficar de cabeça para baixo ou equilibradas em uma perna só sobre o mar.

Refrescante e lúdico, o conjunto de posturas baseadas na ioga tradicional faz bem para a saúde corporal e também para a mente. “Devido à instabilidade da prancha na água, ele melhora a flexibilidade, força, resistência e agilidade, além da percepção do próprio corpo e da consciência da postura”, diz Carlos Eduardo Legal, professor do curso de Naturologia da Universidade Anhembi Morumbi, de São Paulo.

Para praticar essa vertente da ioga é importante nadar, mas quem não sabe deve optar pelo uso do colete salva-vidas e o acompanhamento de alguém que nade e tenha noção de salvamento, pois os tombos são inevitáveis no início. Para facilitar a aula, também é válido ter ideia das posições da ioga antes de entrar na água e saber remar e manter equilíbrio em cima da prancha. “Só não é recomendado quando existe alguma lesão, na coluna ou joelho, por exemplo, pois o condicionamento físico é conquistado com a prática regular da atividade”, observa.

Movimentos de resistência
Quem já pratica a ioga em terra firme tem mais facilidade em se exercitar na água, mas é preciso adaptar-se ao novo ambiente, que proporciona um desafio maior de estabilidade. Quando as posturas são reproduzidas em pé, é exigido mais da musculatura das pernas, da região abdominal e do quadrado lombar, comparado à ioga tradicional.

Características, as posturas invertidas também exigem domínio para serem testadas na prancha, devendo haver cuidado para não machucar o corpo devido à instabilidade provocada pela agitação da água. Já as posições sentadas ficam restritas devido à superfície da prancha, principalmente o alongamento da cadeia muscular interna que se limita à postura da borboleta e suas variações. Porém, ainda assim, é possível executar flexão do tronco e alongamento da musculatura posterior, além de algumas posturas de extensão da coluna.

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Fonte: Agência Hélice
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