Klebber Toledo fala sobre nova fase como pai de menina: 'Bom demais'
Ator contou que adora ser reconhecido como "pai da Clara" e falou sobre como pretende acompanhar cada fase da filha ao lado de Camila Queiroz
Em entrevista ao programa "Sem Censura", Klebber Toledo celebrou a paternidade de Clara, sua primeira filha com Camila Queiroz, afirmando ter orgulho de ser chamado de "pai da Clara" e ressaltando que pretende criá-la com liberdade. O ator também relembrou o início do relacionamento com a esposa nos bastidores da novela "Êta Mundo Bom!" (2016), destacando como a relação amorosa evoluiu para uma bem-sucedida parceria pessoal e profissional.
A chegada da primeira filha transformou a rotina de Klebber Toledo e Camila Queiroz - e trouxe até uma nova maneira de o ator ser reconhecido. Pai de Clara, que nasceu em dezembro do ano passado, ele contou que já é chamado por algumas pessoas simplesmente de "pai da Clara". E, longe de se incomodar, considera o apelido motivo de orgulho.
Durante participação no programa Sem Censura, da TV Brasil, na terça-feira (25), Klebber falou sobre diferentes momentos de sua trajetória profissional, mas foi ao abordar a paternidade que mostrou seu entusiasmo com a nova fase.
"Esse título é bom demais. No dia em que esquecerem o Klebber Toledo e passarem a me chamar só de 'pai da Clara' vou me sentir orgulhoso. Ouço isso o tempo todo: 'Lá vem o pai da Clara'. E eu amo", contou.
Paternidade e liberdade
A conversa também passou por um sentimento conhecido de muitos pais: perceber que os filhos crescem e, pouco a pouco, conquistam a própria independência.
Questionado pela apresentadora Cissa Guimarães sobre o momento em que Clara estiver maior e começar a se afastar naturalmente dos pais, Klebber mostrou encarar essa perspectiva com serenidade. Para ele, a intenção é aproveitar cada etapa da infância sem impedir que a filha encontre o próprio caminho no futuro. "Vamos aproveitar as fases e deixar ela ser livre. Quando tiver que voar, vai voar."
A declaração mostra como o ator pretende viver a paternidade: presente nos diferentes momentos da filha, mas entendendo que criar também envolve permitir que, no tempo certo, ela faça suas próprias escolhas.
Como começou a história de Klebber Toledo e Camila Queiroz?
Além de falar sobre Clara, o ator relembrou o início de sua relação com Camila Queiroz. Os dois se aproximaram nos bastidores de Êta Mundo Bom!, novela exibida pela Globo em 2016.
Antes de começarem a trabalhar juntos, eles tiveram um primeiro contato durante o Criança Esperança. Na época, Camila ainda estava envolvida com Verdades Secretas, seu primeiro trabalho na televisão, enquanto Klebber vinha de Império. Como ambos já sabiam que fariam parte da mesma novela, ele recordou um conselho que deu à futura companheira.
"Foca agora no que você está terminando", disse, referindo-se ao trabalho intenso que ela vivia naquele momento. "Termina focada e depois se joga lá". Apesar da parceria que surgiria depois, Klebber explicou que não houve paixão imediata entre eles. Durante grande parte das gravações, a relação permaneceu apenas profissional. "A gente não teve a identificação imediata. Éramos colegas ótimos."
Segundo ele, o romance começou somente no último mês de gravações. Além de preservar uma postura profissional com colegas de cena, Klebber também sabia que Camila estava em um relacionamento naquela época, o que fez com que não a enxergasse inicialmente como uma possível parceira amorosa.
Uma parceria dentro e fora de casa
Com o passar do tempo, a relação se transformou e os dois construíram uma parceria que ultrapassou a vida a dois. Além de compartilharem projetos profissionais, Klebber contou que participa de diferentes trabalhos da esposa e destacou a admiração que existe entre eles. "A gente se dá bem. A gente vibra um pelo outro. Trabalho com a Camila desde sempre, praticamente faço todos os conteúdos da Camila, as campanhas dela... A gente apresenta Casamento às Cegas junto."
Agora, essa parceria ganhou um novo capítulo com Clara. E, para Klebber, ser reconhecido menos pelo próprio nome e mais pela ligação com a filha parece estar longe de representar uma perda de identidade. Pelo contrário: ser o "pai da Clara" é um título que ele diz carregar com orgulho.
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