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Hábito comum pode ser sinal precoce de demência, alerta estudo

Segundo especialistas, o costume, quando frequente, indica o declínio cognitivo causado por doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer

11 mai 2026 - 19h39
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Quando se trata do diagnóstico de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, os principais sintomas analisados costumam ser problemas de memória, alterações no humor e até desorientação. Especialistas, contudo, também têm associado o uso de repetitivo expressões como "é" ou "hum" no meio da fala aos sinais precoces de demência.

Segundo especialistas, o hábito, quando frequente, indica o declínio cognitivo causado por demência, como o Alzheimer
Segundo especialistas, o hábito, quando frequente, indica o declínio cognitivo causado por demência, como o Alzheimer
Foto: Canva Equipes/ sasirin pamai's Images / Bons Fluidos

De acordo com o especialista da Alzheimer's Society, Tim Beanland, a transformação das palavras em significado depende de uma rede de diferentes áreas da mente. Ele ainda classifica a linguagem como "uma das funções mais complexas que o cérebro realiza". Por isso, conforme explica, alterações significativas na comunicação passaram a ser analisadas por médicos e pesquisadores como indícios de que há um declínio cognitivo.

Demência e repetição de palavras

Um exemplo é o estudo realizado no Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA, que contou com 46 pessoas saudáveis e 22 pacientes com transtorno cognitivo leve (TCL), estágio que antecede o Alzheimer. Nessa pesquisa, a cientista Janet Cohen Sherman forneceu termos simples aos voluntários e solicitou que eles formassem frases. O resultado mostrou que aqueles com a condição se alongavam na tarefa, criando histórias pouco concisas e marcadas pela repetição de palavras.

Isso ocorre, segundo especialistas, devido aos impactos no funcionamento do cérebro que afetam a capacidade de processamento, levando ao uso de sons para preencher a conversa enquanto o raciocínio é retomado. Os profissionais ressaltam, contudo, que esse comportamento somente se torna um sinal de alerta quando é recorrente e está associado a outros sintomas, bem como a fatores de risco.

Pessoas com o hábito de utilizar termos repetitivos no meio da fala devem se preocupar, portanto, se houver histórico familiar de doenças neurodegenerativas. Além disso, a partir dos 60 anos, é importante manter a atenção ao esquecimento de informações recentes e à repetição constante de perguntas. O declínio também pode se manifestar por meio da desorientação, dificuldade em realizar tarefas domésticas simples, alterações de humor e o isolamento social. Diante da persistência desses sinais, a orientação é buscar atendimento médico imediato.

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