Emoções destrutivas podem ter efeitos graves na saúde mental
Entenda a manifestação das emoções destrutivas e descubra como elevar o bem-estar combatendo a negatividade!
Entenda a manifestação das emoções destrutivas e descubra como elevar o bem-estar combatendo a negatividade!
Nunca subestime o poder de um abalo psicológico grave. Ele pode acabar influenciando indiretamente a saúde por meio de diversos efeitos. Os estudos não mentem: esses tipos de distúrbios podem trazer consequências cardíacas, neurológicas e até mesmo resultar em quadros depressivos. A Mente Afiada algumas das emoções destrutivas que podem ser amenizados com as técnicas da meditação. Além de outras sugestões de como combatê-los e ganhar qualidade de vida.
As emoções destrutivas e como lidar com elas
Baixa autoestima
Se as mudanças do visual não agradam, as roupas ou o cabelo nunca estão do jeito que gostaria e a luta contra o espelho é constante, pode ser que esse problema esteja se instalando na rotina. Alguns dos principais motivos são insatisfação com o peso corporal ou com uma parte do corpo específica — como nariz, sorriso, entre outros —, amputação de um membro, problemas dermatológicos e capilares, por exemplo.
A solução: o problema pode ser amenizado pouco a pouco, por meio de um processo intitulado valorização pessoal. É importante olhar para si mesmo e não enxergar apenas aquilo que se é por fora. Cada pessoa é dotada de características distintas e esse é um dos lados mais interessantes da vida: aprender a conviver com as diferenças e delas usufruir de um puro e poderoso aprendizado. Por isso, valorize tudo o que você se tornou até hoje e os pontos principais do processo que o levaram a chegar onde está. Quando se está bem interiormente, logo o lado exterior começa a demonstrar a beleza natural que existe dentro de sua alma.
Inveja
Esse pode ser um dos sentimentos mais autodestrutivos existentes. Isso porque, ao se concentrar naquilo que lhe causa inveja, outra série de sensações ruins passa a habitá-lo interiormente: raiva, desejo de vingança, tristeza, depressão… Sem contar que, deixando seus próprios afazeres de lado para investigar a vida ou as conquistas de outras pessoas, as obrigações podem se acumular e resultar em um aumento de estresse ainda maior, especialmente no ambiente de trabalho.
A solução: seja qual for o motivo de a inveja estar presente, uma dica é avaliar as razões pelas quais aquela pessoa ou situação lhe incomoda e se esforçar para mudar esse sentimento. Por exemplo: se um colega de trabalho alcançou um cargo que você gostaria, supere essa dificuldade e dê o seu melhor. Irradiar-se de tristeza ou tentar prejudicar essa pessoa só trará malefícios acumulativos, tanto internamente quanto em seu convívio social.
Raiva
A raiz do sentimento pode estar não só em uma, mas em diversas áreas da vida. O ideal é saber identificar o que lhe deixa com raiva e admitir que a situação existe. A aceitação do problema ajudará para que os momentos de explosão sejam contidos com mais facilidade, de modo a contribuir para que ele seja resolvido de maneira cordial. Entre os principais motivos destacam-se a sensação de humilhação, não obter o reconhecimento almejado — seja no ambiente familiar ou no trabalho —, agressões verbais e vários outros.
A solução: se está difícil manter a paciência, é necessário apostar em atitudes que permitam facilitar o autocontrole. Algumas delas são cordialidade, argumentação e coerência. Trabalhar o lado psicológico por meio do detox emocional e contar com o auxílio da meditação são atitudes que podem ajudar a reverter esse sentimento ruim.
Ciúme
É parecido com a inveja, porém de maneira um pouco mais leve. A gravidade do ciúme se dá principalmente quando está presente excessivamente nos relacionamentos amorosos — o chamado ciúme patológico. Nele, questionamentos sem fim, preocupações sem limites sobre o modo como o parceiro se veste e até mesmo perseguições podem se instalar no indivíduo e causar grande sofrimento para ambos os lados.
A solução: o ciumento pode até não demonstrar, mas ele também sofre por não conseguir controlar essa sensação exagerada de insegurança e desconfiança. Nesse caso, a psicoterapia é fundamental para que o autoconhecimento venha à tona e as sensações ruins sejam amenizadas. Mas é preciso paciência: os resultados não virão do dia para a noite. Para mudar, primeiramente, é necessário querer e se empenhar ao máximo.
Ansiedade
Nesse caso, há muitos fatores que podem estar envolvidos. É claro que sentir-se ansioso por conta de algum acontecimento que ainda não ocorreu é completamente normal. O descontrole ocorre quando outros sinais — como compulsão alimentar, perda de cabelos, dores de estômago, entre outros — passam a se manifestar.
A solução: o consumo de alimentos com propriedades calmantes e a prática de terapias alternativas, como meditação e yoga, são boas sugestões para o alívio do problema.