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Deborah Kelly, treinadora: 'Depois dos 50 anos, não é com mais esforço que se consegue um abdômen definido, mas sim com o treinamento adequado'

A treinadora sugere três exercícios fáceis e acessíveis, com base em sua própria experiência

1 set 2026 - 13h26
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Resumo
Após os 50 anos e com a menopausa, intensificar treinos tradicionais para definir o abdômen torna-se ineficaz e pode lesionar o corpo. A treinadora Deborah Kelly, que enfrentou ganho de peso e fadiga nessa fase, alerta que o organismo maduro não responde ao esforço excessivo como aos 30 anos. Segundo ela, conquistar resultados não depende de exagerar em abdominais ou cardio, mas de adaptar o treinamento às reais necessidades físicas e hormonais desse período da vida.
Deborah Kelly, treinadora: 'Depois dos 50 anos, não é com mais esforço que se consegue um abdômen definido, mas sim com o treinamento adequado'.
Deborah Kelly, treinadora: 'Depois dos 50 anos, não é com mais esforço que se consegue um abdômen definido, mas sim com o treinamento adequado'.
Foto: Reprodução/Instagram, trimteam_ireland / Purepeople

Depois dos 50, o corpo deixa de responder às dinâmicas de sempre. Aquela ideia de que quanto mais você sua, mais resultados obtém, começa a falhar justamente quando mais precisamos que funcione. 

Muitas mulheres que chegam a essa fase, em meio à menopausa ou à perimenopausa, percebem que o abdômen é a região que mais sofre com a mudança, e a reação mais comum é pisar no acelerador: mais repetições, mais cardio, mais daqueles abdominais tradicionais.

O problema é que esse corpo já não é o mesmo dos 30 anos. E treiná-lo como se fosse não apenas não dá resultado, como também pode acabar cobrando o preço nas costas ou nas articulações. A treinadora irlandesa Deborah Kelly, conhecida nas redes sociais como @trimteam_ireland, vivenciou isso na pele e compartilhou em uma entrevista para a Women's Health.

Quando o corpo deixa de avisar com antecedência

"Durante anos achei que tinha tudo sob controle, mas a perimenopausa mudou completamente o meu corpo", explicou a treinadora na entrevista. Não foi uma mudança gradual e tranquila: "Engordei muito, algo que nunca imaginei que aconteceria comigo", reconheceu ela, somando-se a isso uma falta de energia que se arrastou por meses.

Quando procurou um médico em busca de respostas, a solução proposta não condizia com o que ela sentia. "Me receitaram antidepressivos, mas eu sabia que não era depressão. Eram sintomas extremos causados pela perimenopausa", relatou. Em vez de seguir esse caminho, ela decidiu construir o próprio método à base de tentat...

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