Criador do Titanic pode estar de volta? Menino de cinco anos aponta erros no acidente
Desde os três anos de idade, o pequeno tem medo do fundo de piscinas, se lembra de todo o interior do navio e se culpa pelo ocorrido; leia a matéria e saiba mais
Imagina você começar a desconfiar que seu filho está se lembrando de vidas passadas? Esses são os tipos de histórias contadas pelo programa 'The Ghost Inside My Child' ('O Fantasma Dentro da Minha Criança', em tradução literal). E uma das narrativas abordadas foi a do menino Jamey que, desde os três anos de idade, tem comportamentos e memórias com o Titanic e sua construção, o que levou os pais a pensarem que ele pode ter sido o criador do navio, Thomas Andrews. Saiba mais:
O criador do Titanic pode estar de volta? Entenda
Medo expressivo do fundo da piscina
O primeiro episódio aconteceu quando era bem pequeno. Apesar de Jamey ter sido uma criança muito alegre e fácil de lidar, sempre dava trabalho em um momento específico. "Todos na minha família amam nadar, todos nós amamos a água, então tínhamos uma piscina. Mas Jamey nunca descia além das escadas, e mesmo se eu o pegasse e o levasse para o fundo, ele entrava em pânico total, praticamente te sufocava, implorando para você levá-lo de volta. Ele tinha medo desta parte da piscina", contou a mãe.
O filme despertou memórias
Mas o que despertou as memórias realmente foi o filme, que assistiu, uma vez, com a babá. "Ficou completamente perturbado com o fato de que as pessoas na sala da caldeira morreram primeiro, como se fosse culpa dele que elas estivessem presas. Ademais, começou a falar sobre o acidente em si e como isso não deveria ter acontecido, que houve erros, houve atalhos e os homens nas salas da caldeira não deveriam ter ficado presos. Ele até chorava por isso", relembrou.
Mas os pensamentos de remorso não pararam por aí, pois a criança afirmava que não deveria ter usado ferro, mas aço, na construção, além de outros erros que poderiam ter sido evitados. "No dia seguinte, passou a desenhar e pintar quadros do Titanic. Nas primeiras semanas, provavelmente, foram 50 deles. Uma das imagens contava com mais de 100 janelas e mostrava todos os níveis de dentro da embarçação. Ele conhecia o navio de cor. Não dá para aprender isso assistindo ao filme", afirmou.
A confirmação
Diante dessa situação, a mãe decidiu procurar mais sobre a história do Titanic e encontrou Thomas Andrews, um dos arquitetos, que além do navio famoso, projetava outros para a White Star Line. Ela também descobriu que este homem sempre participava das viagens inaugurais e, dessa forma, estava presente na noite em que tudo aconteceu, mas, em vez de se salvar no bote salva-vidas, preferiu afundar junto e dar lugar a outras pessoas.
O último sonho
Jamey também costumava ter pesadelos que o acordavam e faziam-no procurar por uma saída. Porém, após ter visitado uma exposição sobre o Titanic, teve o que sua mãe chamou de o "sonho da morte". "Ele estava dormindo, na cama, eu estava assistindo televisão e, de repente, ouvi uma batida na parede do quarto dele. Era rítmico, era bang, bang, bang, bang. Pulei e corri pelo corredor e abri a porta e Jamey estava de quatro na cama, ele estava olhando para o chão e estava quase tendo convulsões, ele estava tremendo muito. Eu não sabia o que fazer, estava aterrorizada e não sabia se deveria sacudi-lo para fora daquilo, e antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ele gritou, e eu não consigo descrever o terror em sua voz. Ele gritou 'ela está caindo'. Não parecia um garotinho, parecia um homem, e eu comecei a chorar", detalhou.
Depois disso, o pequeno passou a falar menos do Titanic. "Eu realmente senti que, quando ele vivenciou a lembrança do naufrágio, tudo acabou", concluiu.