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Quando o medicamento milagroso da tetraplegia chega para o público?

Entenda melhor o que é a Polilaminina, como ela funciona no corpo e quais são os avanços até o momento

21 fev 2026 - 12h09
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Dois nomes estão chamando a atenção da mídia do mundo todo: Tatiana Coelho de Sampaio e Polilaminina. E se você esteve minimamente online nesses dias, deve ter visto essa dupla fazendo pessoas com tetraplegia voltarem a andar. Mas o que é este medicamento milagroso, como ele funciona e, principalmente, quando chegará para o público? Tire todas essas dúvidas abaixo:

O que é este medicamento milagroso da tetraplegia, como ele funciona e, principalmente, quando chegará para o público? Tire suas dúvidas!
O que é este medicamento milagroso da tetraplegia, como ele funciona e, principalmente, quando chegará para o público? Tire suas dúvidas!
Foto: Canva Equipes/pixelshot / Bons Fluidos

O que é a Polilaminina?

Primeiramente, é importante entender que a proteína já está tecnicamente no nosso organismo. Isso porque a polilaminina é derivada da nossa inata laminina. Esta, por sua vez, ajuda a organizar tecidos, desenvolver o sistema nervoso e realizar a adesão celular. De acordo com a própria bióloga e pesquisadora, é uma molécula de funções primitivas.

Como o medicamento milagroso atua na tetraplegia?

Quando a medula espinhal sofre uma lesão, os comandos motores, transmitidos da coluna vertebral para o cérebro, cessam. Dessa forma, com o medicamento milagroso, aplicado em cirurgia, uma espécie de ponte microscópica se forma, orientando, asssim, o surgimento de prolongamentos neuronais, permitindo a recuperação motora que se perdeu na tetraplegia.

Quando ele chega ao público?

O estudo de Tatiana, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está abrilhantando os olhos de quem acompanha os resultados. O que é inevitável se perguntar quando o tratamento vai chegar à população.

Porém, apesar de todos os resultados incríveis, a fase um do estudo clínico foi autorizada recentemente, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em janeiro de 2026. E, depois dela, ainda restarão outras quatro etapas para desenvolver o medicamento por completo - o que leva anos.

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