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Por que incluir pistache na dieta? Benefícios vão além da moda

Rico em minerais, vitaminas e proteínas, não é à toa que o ingrediente, conhecido como "noz da felicidade", integra a dieta mediterrânea, que é classificada como uma das mais saudáveis do mundo

1 fev 2026 - 08h22
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Nos últimos anos, receitas, principalmente doces, à base de pistache tornaram-se tendência. É cada vez mais comum encontrar desde panetones e sorvetes até tortas com o ingrediente. Mas, além da moda, esse alimento oferece tantos benefícios à saúde que pode convencer até quem ainda não caiu em seus encantos a incluí-lo na dieta.

Rico em minerais, vitaminas e proteínas, não é à toa que o pistache, conhecido como “noz da felicidade”, integra a dieta mediterrânea
Rico em minerais, vitaminas e proteínas, não é à toa que o pistache, conhecido como “noz da felicidade”, integra a dieta mediterrânea
Foto: Canva Equipes/oksanavectorart / Bons Fluidos

Motivos para aderir ao pistache

Rico em nutrientes como vitaminas e proteínas, não é à toa que o ingrediente, conhecido como "noz da felicidade", integra a dieta mediterrânea, que é classificada como uma das mais saudáveis do mundo. Isso porque, além de fornecer substâncias essenciais para o organismo, assim como outros alimentos do mesmo grupo, ele apresenta baixo teor de gorduras.

O pistache, no entanto, se destaca entre as nozes pela quantidade reduzida de calorias: uma porção de 28 gramas contém apenas 156 calorias. Já a macadâmia, por exemplo, possui cerca de 204 calorias. O ingrediente, então, é uma boa opção para quem deseja controlar o peso. Ademais, ainda ajuda a proteger o corpo de outras formas, em decorrência das propriedades antioxidantes.

Organizações de saúde citam sua ação no combate a doenças crônicas e na redução do risco de morte por câncer e por enfermidades respiratórias. Por conter principalmente vitaminas do complexo B e minerais, como cálcio e potássio, o alimento também auxilia na regulação dos níveis de açúcar no sangue e no funcionamento dos músculos. Já as fibras e as proteínas, que compõem cerca de 14% do pistache, contribuem para a microbiota intestinal e o tornam um lanche adequado para dietas veganas.

Esses benefícios podem ser obtidos tanto com o ingrediente em saladas quanto em receitas de massas ou sobremesas. A melhor opção, contudo, é sempre a versão in natura, especialmente sem adição de sal. A recomendação de especialistas é consumir de 30 a 40 gramas por dia, o que pode contribuir para a qualidade de vida e até prolongá-la.

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Um post compartilhado por Gabriela Brandão (@gabrielabrandaos)

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