Feições femininas indicam mais propensão a ter muitos filhos
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Patricia Zwipp
Para saber se uma mulher quer ter muitos ou poucos filhos, basta reparar em seu rosto. De acordo com uma pesquisa da Universidade de St Andrews, na Escócia, as com traços femininos, como boca carnuda, olhos grandes e nariz pequeno, são mais propensas a querer uma família maior. Isso explicaria os seis pequenos de Angelina Jolie e os quatro de Victoria Beckham.
Os cientistas acreditam que a explicação do achado está no hormônio sexual feminino estrogênio. Altos níveis levariam a feições delicadas e a um instinto maternal elevado, segundo o jornal Daily Mail.
A equipe perguntou a 25 mulheres jovens quantas crianças gostariam de ter e quando, além de medir as taxas de estrogênio. Constatou que, quanto mais hormônio apresentavam, mais bebês queriam. No entanto, não houve uma ligação entre as taxas e a idade que pretendiam ser mães.
Em um segundo experimento, um grupo diferente de mulheres jovens foi fotografado e questionado sobre o desejo materno. Voluntários de ambos os sexos avaliaram os traços das participantes e julgaram as maternais como mais femininas. Em média, as com aparência mais delicada pensavam em 4 filhos, quase três a mais que as menos femininas.
O levantamento, no entanto, constatou também que as características faciais representam apenas cerca de 20% dos planos de estruturar uma família. Fatores sociais, incluindo educação e dinheiro, compõem o restante.
Estudo diz que mulheres com traços femininos, como boca carnuda, olhos grandes e nariz pequeno, são mais propensas a querer uma família maior. Pior exemplo, com feições delicadas, Victoria Beckham tem quatro filhos com David Beckham
Entenda o que é o coaching para mães, o que pode fazer e quais os principais desafios dessa fase. O que é: coaching é um processo de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, pelo questionamento e alinhamento de ideias. O coaching para mulheres vem resgatar um olhar e um tempo de atenção necessários para o crescimento individual. Muitas mulheres encontram nas sessões de coaching o apoio e o tempo que faltam, principalmente depois da chegada dos filhos
Foto: Getty Images
Para quem é indicado: direcionado para mulheres que desejam tempo de qualidade para organizar ideias e a percepção da própria vida. É válido para mães, mas também para gestantes
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Quem procura: mães trabalhadoras ou estudantes, com nível superior completo, que percebem a importância da família. O perfil ainda evidencia um grupo de mulheres que se coloca em um papel central na família, seja financeira ou emocionalmente. As mulheres que procuram o coaching estão em busca de mudança, de equilíbrio e de encorajamento
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Principais queixas: as principais questões trazidas são relativas a um reposicionamento diante da vida. As mães recentes buscam entender quais são os novos valores que elas carregam, depois da chegada do bebê. Procuram alternativas para poder conciliar satisfação pessoal e profissional, melhorar o relacionamento entre familiares e colegas de trabalho, trazem questões antigas de desejo de empreender, por exemplo, que por algum motivo voltam a fazer sentido
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Volta ao trabalho: a conciliação de carreira e maternidade é uma demanda evidente nas sessões de coaching. O que as mulheres trazem é uma vontade grande de ter uma ocupação que lhes dê prazer, que seja economicamente favorável para a família e que permita acompanhar o desenvolvimento dos seus filhos
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Quando começar: o momento ideal de começar é o que envolve muitas mudanças, um momento em que é necessária uma tomada de decisão, pois o coaching ajuda a lidar com demandas e prioridades, traçar metas e organizar a vida. Sendo assim, a gestação é um momento bárbaro, pois há muito o que planejar, há muito o que entender. No entanto, a maioria ainda busca as sessões durante a licença maternidade ou algum tempo depois
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Aceitar as mudanças: muitas mulheres subestimam a maternidade mesmo! Acreditam que podem voltar brevemente a viver como antes. O que de fato acontece é uma adaptação com custos emocionais notáveis. Quanto mais a mulher se transforma depois que vira mãe, mais ela questiona como pode ser essa nova vida. Para mudar é preciso apoio, e isso é muito difícil de conseguir quando a pessoa em transformação não tem ainda clareza do que quer
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Sonho da maternidade: há mulheres que idealizam a maternidade desde sempre e outras que se veem grávidas num susto. O mais importante na adaptação à maternidade é a idealização quando se contrasta com a realidade. Não importa há quanto tempo a mulher imagina que um dia será mãe, mas o quanto "ser mãe" tem de real na vida dela. Quem é pega de surpresa pode se sair muito bem, se se deixar levar pela transformação natural do processo
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Prazo: geralmente o trabalho dura entre dois e três meses e é possível retornar depois para rever ou fazer a "manutenção" de alguns propósitos
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Papel do companheiro: a participação de um apoiador muitas vezes é determinante da satisfação pessoal. O ponto principal é o respeito e o interesse pelas questões da pessoa em busca de mudanças. É necessário reconhecer esse desejo como sendo importante. Quanto mais segura a mulher está da sua decisão, melhor ela é aceita na família
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Decisão de deixar o trabalho: qualquer mudança iminente traz ansiedade, medo, confusão. Muitas mulheres desejam deixar seus empregos para ficar ao lado dos filhos pequenos, mas nem sempre isso é um processo tranquilo. Há uma pressão social para que a mulher siga "rendendo" e "sendo" a mesma que era antes da chegada dos filhos