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Fé sem barreiras: Como um coroinha com síndrome de Down mudou a história das igrejas em SP

Com vídeos virais e catequese adaptada, garoto com síndrome de Down prova que a inclusão na Igreja é possível e necessária

2 mar 2026 - 09h21
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A história do pequeno Miguel Lopes, de 11 anos, está transformando a face das igrejas no interior de São Paulo. Natural de Piracicaba, o garoto, que tem síndrome de Down, tornou-se coroinha da Paróquia Santa Rosa de Lima.  Com sua devoção espontânea, virou um símbolo de inclusão que já ecoa em diversas cidades vizinhas. O que começou como um desejo de participar das missas resultou em mudanças práticas na formação religiosa da região, provando que a fé não conhece barreiras.

A história do pequeno Miguel Lopes, de 11 anos, está transformando a face das igrejas no interior de São Paulo
A história do pequeno Miguel Lopes, de 11 anos, está transformando a face das igrejas no interior de São Paulo
Foto: Reprodução / Bons Fluidos

Para que a inclusão fosse real, a paróquia adaptou materiais de catequese e capacitou catequistas para lidar com diferentes deficiências, incluindo o autismo. Miguel, que frequenta a igreja desde o ventre materno, não parou na formação: ele pediu para ser coroinha e, há um ano, auxilia o padre Edvaldo Nascimento nas celebrações. "O Miguel tem uma participação ativa. Ele se ajoelha, comunga e reza", conta ao portal G1 a mãe, Tássia de Carvalho Lopes. Ela destaca que a comoção do público vem de ver o menino realizar o que muitos julgavam impossível.

Inclusão nas igrejas

O impacto de Miguel ultrapassou os limites da sua paróquia. Autoridades religiosas da região agora orientam outras igrejas a promoverem catequeses inclusivas. Segundo o padre Edvaldo, o protagonismo do menino ajuda a comunidade a compreender o mandamento de Jesus: "amai-vos uns aos outros". O sacerdote, que acompanhou as complicações de saúde de Miguel após o nascimento, descreve a trajetória do garoto como um "milagre da fé e da medicina".

Além da vida religiosa, Miguel também brilha como modelo publicitário, embora a família ainda enfrente desafios para vencer o preconceito no mercado. Na igreja, os planos do menino são ambiciosos: ele agora quer se tornar acólito (auxiliar direto do padre). Entre recolher ofertas e agradecer com um "amém" espontâneo, Miguel segue cativando fiéis e mostrando que o respeito e a devoção podem conviver perfeitamente com a leveza e a irreverência de uma criança.

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