Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Celular roubado no Carnaval: como proteger seus dados

Configurar o smartphone ajuda a impedir fraudes em apps

11 fev 2026 - 16h23
Compartilhar
Exibir comentários

Especialista dá dicas do que fazer e como proteger os seus dados

Carnaval costuma ser sinônimo de viagens, festas ao ar livre, praias lotadas e muita gente com o celular na mão. Fotos, pagamentos, mensagens, localização, aplicativos bancários e redes sociais passam a circular intensamente em ambientes onde a atenção costuma ser reduzida. É justamente nesse contexto que o celular se torna um dos principais alvos.

Foto: Revista Malu

Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), no ano passado, foram 25.625 roubos e 46.603 furtos de aparelhos celulares, num total de 72.228 ocorrências de aparelhos subtraídos de seus donos por criminosos.

É possível se proteger caso tenha o celular roubado

Para Victor Santos, CEO da Clavis Segurança da Informação, empresa especializada em proteção digital e riscos cibernéticos, é possível adotar medidas antes e depois de incidentes como perda, furto ou roubo do celular, tanto para proteger as informações quanto para recuperar os dados.

Para ajudar a reforçar a segurança durante o Carnaval, a Clavis Segurança da Informação separou algumas dicas:

O que fazer antes de sair para a folia?

1.⁠ ⁠Reforço do bloqueio de tela

Evite padrões simples ou PINs óbvios, como datas de nascimento ou sequências repetidas. Sempre que possível, use um código numérico mais longo ou um código alfanumérico. Biometria e reconhecimento facial ajudam, mas não devem ser o único método de proteção.

2.⁠ ⁠Ocultar informações sensíveis na tela bloqueada

Notificações de banco, códigos de verificação, mensagens de WhatsApp ou SMS não devem aparecer visíveis quando o celular está bloqueado. Ajuste as configurações para mostrar apenas que existe uma notificação, sem exibir o conteúdo.

3.⁠ ⁠Senhas adicionais e autenticação em aplicativos

Ative senhas adicionais nos aplicativos bancários, diferentes da senha de desbloqueio do celular. Se possível, use autenticação multifator dentro dos apps. Durante as festas, também é recomendável reduzir temporariamente os limites de transferência, especialmente o Pix. Os bancos oferecem a opção de ajustar esses limites, com reduções ou aumentos do limite sujeitos à análise prévia.

4.⁠ ⁠Segurança em carteiras digitais

Em caso de carteiras digitais, como Google Wallet ou Apple Pay, é importante verificar se o pagamento exige biometria ou senha. Pagamentos por aproximação não devem ser liberados sem qualquer tipo de confirmação.

5.⁠ ⁠Rastreamento e bloqueio remoto

Tanto Android quanto iPhone possuem recursos que ajudam em casos de roubos e furtos. Ative o Buscar Meu Dispositivo no Android ou o Buscar iPhone no iOS. Eles permitem localizar o aparelho, emitir um som, bloquear remotamente e até apagar todos os dados à distância

E se eu tiver o celular roubado? O que fazer?

1.⁠ ⁠Bloqueio do chip

Caso não seja possível recuperar o aparelho através do recurso "Buscar Meu Dispositivo", entre em contato com a operadora e bloqueie o chip. Isso impede que criminosos recebam códigos de verificação por SMS e tentem resetar senhas em apps bancários ou redes sociais.

Uma dica extra é usar também o aplicativo Celular Seguro, do Governo Federal, que permite registrar seu aparelho e, em caso de roubo ou furto, acionar rapidamente o bloqueio da linha e do dispositivo (incluindo o IMEI - o código de identificação do celular).

Na prática, ele funciona como uma camada adicional para reduzir os possíveis danos, especialmente quando você está na rua, sem acesso fácil a todos os seus contatos e dados.

2.⁠ ⁠Bloqueio por aplicativo nos bancos

Alguns bancos oferecem funcionalidades de segurança que permitem bloquear o acesso ao aplicativo bancário diretamente pelo próprio app ou por um canal alternativo, dificultando o uso em caso de roubo ou perda do celular. Além disso, é possível reforçar a proteção usando recursos do próprio sistema do celular para ocultar os aplicativos de banco, exigir senha adicional, biometria ou impedir o acesso sem autenticação

3.⁠ ⁠Troque as senhas

Troque imediatamente as senhas da conta Google ou Apple, redes sociais, e-mails e aplicativos bancários. Priorize e-mail e banco, pois eles costumam ser a porta de entrada para outros acessos.

4.⁠ ⁠Faça um boletim de ocorrência

Se houver indícios de fraude financeira, comunique o banco imediatamente e registre um boletim de ocorrência. O registro é importante para contestação de transações e proteção legal.

Revista Malu Revista Malu
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade