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Fronha do travesseiro pode causar "rugas de sono"

11 ago 2014
08h00
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Ter uma boa noite de sono é importante para a recuperação do corpo e também para a beleza da pele. Porém, é preciso ficar atento a alguns detalhes até na hora do descanso. Segundo Cristine Carvalho, dermatologista e diretora do Centro de Dermatologia e Estética, de São Paulo, as fronhas de algodão podem contribuir para o surgimento das chamadas “rugas de sono”, um tipo de marca que se forma quando a pessoa dorme forçando o rosto contra o travesseiro, sempre na mesma posição.

<p>Dormir com o rosto encostado na fronha de algodão do travesseiro tende a provocar as chamadas "rugas de sono"</p>
Dormir com o rosto encostado na fronha de algodão do travesseiro tende a provocar as chamadas "rugas de sono"
Foto: wavebreakmedia/ Shutterstock

A relação que compromete a beleza da cútis se dá pelo fato de as fronhas de algodão serem mais duras e mais fáceis de amassar durante a noite. Por isso, quando o rosto fica muito tempo em contato com as partes amarrotadas do tecido acaba ficando com espécies de dobras e linhas que tendem a sumir ao longo do dia, mas também se tornar vincos profundos e até mesmo rugas, se o atrito com a derme acontecer todos os dias e por muito tempo.

“Por essa razão, a melhor maneira de prevenção é optar pelas capas de cetim, que diminuem a pressão da pele do rosto com o travesseiro, por terem a superfície mais lisa”, explica a especialista.

A posição escolhida para dormir também pode influenciar na aparência da cútis. Isso porque, de acordo com a dermatologista, dormir de lado tende a acelerar o surgimento de sulcos nasogenianos (bigode chinês) e rugas ao redor dos olhos (pés-de-galinha), na testa e entre o nariz e o lábio superior - regiões que perdem as substâncias de sustentação com maior facilidade por causa da intensa exposição ao sol.

Essas marcas, inclusive, podem ser mais profundas e aparentes na área que fica mais tempo em contato com o travesseiro. Por isso, além de optar por tecidos mais delicados para as roupas de cama, existe ainda outra medida fundamental. “As mulheres devem procurar dormir sempre de barriga para cima, sem nenhuma pressão na face”, recomenda Cristine.

Embora menos frequentes, as “rugas de sono” também podem aparecer no colo, normalmente, após os 30 anos e principalmente se a pele mista, seca ou oleosa sofrer com a exposição sem proteção aos raios ultravioleta, vento e poluição do dia a dia. 

Fonte: Agência Hélice
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