Do strongman ao fisiculturismo: veja a transformação de um atleta
Marcos Ferrari revela como foi a preparação para o Arnold Brasil
Marcos Ferrari dedicou muito tempo da sua carreira ao strongman. Esse ciclo só foi possível graças a marca de 125 kg, que o ajudou a levantar toneladas em várias competições. No entanto, a sua meta mudou, afinal, Ferrari participou do Arnold South America no dia 15 de abril, mas no fisiculturismo.
Do strongman ao fisiculturismo
"É uma mudança de mindset, de comportamento e estilo de vida. Aproveito cada nova e pequena mudança no meu corpo de forma muito prazerosa", comentou Marcos Ferrari.
O Arnold South America tornou-se o principal desafio da ainda breve carreira de bodybuilder amador de Marcos, mas não o primeiro. Ferrari ingressou na nova modalidade no fim de 2021 quando se afastou das competições profissionais de Strongman. Após sua saída no esporte que o consagrou, aceitou o desafio proposto pelo seu patrocinador da época.
"O desafio era colocar um shape mais estético em oito semanas. A partir desse resultado, me apaixonei pelo bodybuilding e comecei a me dedicar buscando ser competitivo. Minha estreia veio em dezembro de 2022 com a terceira colocação no Mr. Santos", relembrou o profissional.
A rotina de Marcos Ferrari
Essa mudança de carreira resultou em novo cardápio de bodybuilder. Anteriormente, a refeição "padrão" do Ferrari era entre 1,1kg e 1,5kg de comida, composta por 600g de arroz, 300g de carne e 200g de feijão. Agora são 100g de arroz e 200 g de frango, além de verduras e legumes à vontade. "Meu café da manhã tinha 12 ovos, com bacon e três pães. Hoje são 150 g de melão, quatro ovos e aveia", expôs.
É a migração que exige trocar a mesa recheada de calorias por uma alimentação controlada. Se para levantar o máximo de peso possível é preciso muita energia e massa corporal, agora a ideia é ter mais proteína e menos carboidrato, para exibir musculatura equilibrada entre o volume e definição.
"Eu sempre tive uma demanda de energia muito alta para fazer tudo o que eu fazia. Hoje tenho que fazer quase as mesmas coisas, não com as mesmas cargas, mas com praticamente 10% do que eu consumia. O empenho é muito grande, não só na musculação, mas também no cardio, que faço duas vezes ao dia", concluiu Marcos.
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