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Cerveja é para ser apreciada aos golinhos, aconselha movimento Slow Beer

22 mai 2009 - 18h43
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Deixe para lá todas as suas preocupações, esqueça o chefe, as dívidas, o trânsito, vá ao seu bar preferido e peça aquela cerveja. Isso mesmo! Uma cerva beeem geladinha, daquelas que a garrafa fica parecendo que está suada, quase ao ponto de congelar, trincando. E aceite um conselho: aprecie com moderação e beba muito, mas muito devagar, curtindo a bebida. É isso o que propõe o Slow Beer, movimento criado para a valorização da cerveja artesanal.

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Slow Beer, homem bebe cerveja, 212x300
Slow Beer, homem bebe cerveja, 212x300
Foto: Getty Images


A idéia nasceu na década de 1970, juntamente com o Slow Food, que propõe uma retomada às tradições culinárias regionais, como um contraponto ao Fast Food. Aí, foi só adaptar o conceito à loura mais famosa do mundo. Começou na Alemanha como The Craft Beer Renaissance (algo como Renascimento da Cerveja Artesanal), se espalhou pela Europa e, posteriormente, chegou aos Estados Unidos como The Microbrewery Revolution (revolução da microcervejaria). O movimento pretende ser a voz de microscervejeiros que levantam a bandeira da tradição milenar de produção de cerveja. A principal ação desses verdadeiros guerreiros da cruz de malte é o festival anual Slow Bier, em Oberfranken, na Alemanha, que é uma região da Baviera onde se encontra a maior concentração de cervejarias do mundo. São mais de 200 pequenas cervejarias responsáveis pela produção de variados tipos de cervejas.

Confira reportagem completa na revista ELEELA

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Fonte: Redação Terra
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