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Adeus preenchimento? IA promete reativar ácido hialurônico natural

Tecnologia combina radiofrequência e ultrassom para estimular produção natural na pele

9 mar 2026 - 17h45
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Nos últimos anos, o ácido hialurônico se tornou um dos principais protagonistas dos procedimentos estéticos. Muito usado em preenchimentos, ele ajuda a recuperar volume, hidratação e firmeza da pele.

Nova tecnologia busca estimular a produção natural de ácido hialurônico na pele
Nova tecnologia busca estimular a produção natural de ácido hialurônico na pele
Foto: Divulgação/Clínica Natuee / Alto Astral

Agora, novas tecnologias prometem mudar esse cenário. Em vez de aplicar o ativo diretamente, o objetivo é estimular o próprio organismo a produzir ácido hialurônico novamente.

Uma das propostas nesse sentido é uma plataforma que utiliza inteligência artificial combinada com radiofrequência e ultrassom para estimular a regeneração da pele.

Como funciona a tecnologia

O tratamento atua estimulando os fibroblastos, células responsáveis pela produção de substâncias importantes para a pele.

Entre elas estão:

  • ácido hialurônico.

  • colágeno.

  • elastina.

Esses elementos ajudam a manter a pele hidratada, firme e com aparência saudável.

Com o passar dos anos, a produção natural dessas substâncias diminui. Isso contribui para o surgimento de rugas, flacidez e perda de elasticidade.

Estímulo térmico e mecânico

A tecnologia combina dois tipos de estímulo ao mesmo tempo.

A radiofrequência monopolar aquece a pele de forma controlada, atingindo camadas mais profundas da derme.

Já o ultrassom direcionado envia energia mecânica para áreas onde os fibroblastos são mais ativos.

Esse estímulo duplo pode desencadear uma resposta regenerativa no tecido, incentivando a produção natural de ácido hialurônico.

Onde entra a inteligência artificial

A inteligência artificial atua no controle do procedimento.

O sistema ajusta automaticamente fatores como potência, tempo de aplicação e velocidade da energia aplicada.

Esse monitoramento acontece em tempo real, o que ajuda a manter o aquecimento da pele dentro de níveis considerados terapêuticos.

As sessões costumam ser rápidas e podem durar entre 10 e 30 minutos, dependendo da área tratada.

Possíveis benefícios do tratamento

Entre os efeitos observados em estudos apresentados pela tecnologia estão:

  • aumento da produção de ácido hialurônico.

  • estímulo à produção de colágeno.

  • melhora na elasticidade da pele.

  • maior hidratação e textura cutânea.

Os resultados tendem a aparecer gradualmente, conforme a pele responde ao estímulo regenerativo.

Nova abordagem na estética

O avanço dessas tecnologias reflete uma mudança na forma de encarar os tratamentos estéticos.

Em vez de apenas adicionar volume ou corrigir sinais do envelhecimento, o foco passa a ser estimular os mecanismos naturais da pele.

Essa abordagem busca promover resultados mais naturais, priorizando a regeneração dos tecidos ao longo do tempo.

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