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Vídeo: ao volante do novo Renault Sandero CVT

Saiba o que mudou na dirigibilidade do Sandero depois que ele ganhou câmbio automático continuamente variável.

26 nov 2019
06h30
atualizado às 19h38
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O que é novo

Faróis e grade na dianteira, e lanternas na traseira. 

Câmbio automático CVT (continuamente variável). 

O volante de couro, os bancos e o teto escurecido também são novidades no Sandero.

O que nós gostamos

O Renault Sandero manteve suas boas características, como o bom espaço interno e porta-malas maior do que os dos rivais de sua categoria.

As lanternas largas ajudaram a “assentar” o carro, que foi levantado.

Câmbio CVT no lugar do antigo Easy’R.

O que pode melhorar

O motor 1.6 flex de 118 cavalos melhorou recentemente, quando recebeu o sistema SCe, de gerenciamento eletrônico. Mesmo assim, ele está defasado e peca no consumo, que é apenas nota B no geral e tem uma vergonhosa nota D na categoria de compactos.

Com etanol, o Sandero 1.6 CVT faz 7,4 km/l na cidade e 8,3 km/l na estrada. Com gasolina, a autonomia é de 10,8 km/l na cidade e de 11,8 km/l na estrada. Números ruins perante a concorrência.

A parte da lanterna traseira adicionada na tampa do porta-malas é mais estética do que funcional.

Os números

  • Preço: R$ 62.990
  • Motor: 1.6 flex
  • Potência: 118 cv a 5.500 rpm (e)
  • Torque: 157 Nm a 4.000 rpm (e)
  • Câmbio: 6 marchas CVT
  • Comprimento: 4,070 m
  • Largura: 1,733 m 
  • Altura: 1,570 m  
  • Entre-eixos: 2,590 m 
  • Peso: 1.1401 kg
  • Pneus: 205/55 R16 
  • Porta-malas: 320 litros
  • Tanque: 50 litros
  • 0-100 km/h: 131s0
  • Velocidade  máxima: 177 km/h
  • Consumo cidade: 10,8 km/l (g) 
  • Consumo estrada: 11,8 km/l (g) 
  • Emissão de CO2: 119 g/km 
  • Modelo avaliado: 2020
O Sandero CVT traz uma boa e uma má notícia.
O Sandero CVT traz uma boa e uma má notícia.
Foto: Reprodução / Guia do Carro

 

Guia do Carro
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