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Trump & Milei: qual o plano dos EUA para salvar a Argentina?

Uma injeção de capital considerável pode oferecer um alívio temporário à economia da Argentina, permitindo ao governo cumprir com obrigações imediatas e desenvolver um plano de recuperação econômica

22 set 2025 - 11h34
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A Argentina, sob a liderança do presidente Javier Milei, enfrenta grande pressão no mercado cambial, com uma acentuada venda de dólares que compromete as reservas monetárias do país. A forte desvalorização do peso argentino tem favorecido o aumento dos preços, agravando uma já delicada situação econômica. Neste contexto, o governo precisa implementar ajustes que não apenas estabilizem a moeda local, mas também impulsionem a confiança dos investidores internacionais no retorno do investimento econômico.

Donald Trump, presidente dos EUA, em encontro com Javier Milei, da Argentina
Donald Trump, presidente dos EUA, em encontro com Javier Milei, da Argentina
Foto: Embaixada dos EUA na Argentina / Perfil Brasil

Milei, quando esteve em Córdoba, falou sobre a expectativa do recebimento de fundos proveniente dos Estados Unidos.

"Tínhamos claro que este ano seria muito complicado e já havíamos começado a desenvolver estratégias para cobrir os pagamentos que a Argentina terá no próximo ano, que são US$ 4 bilhões em janeiro e US$ 4,5 bilhões em julho. Portanto, nós estamos trabalhando; essas negociações demandam tempo, mas, bom, até que esteja confirmado, não fazemos anúncios. Mas estamos trabalhando muito intensamente, estamos muito avançados e é também uma questão de tempo", declarou.

O plano dos EUA para salvar  a Argentina

O Fundo de Estabilização do Tesouro dos EUA tem historicamente desempenhado um papel crucial em momentos de crise financeira internacional, conforme demonstrado em 1995, durante a crise mexicana. Esse mecanismo permite a oferta de suporte financeiro com condições específicas, que podem incluir restrições em práticas econômicas que não sejam vistas como sustentáveis. No caso argentino, parte das condições poderia envolver modificações nas práticas de crédito, ajuste no uso de reservas cambiais e uma avaliação cuidadosa do relacionamento financeiro com a China.

As negociações entre os Estados Unidos e a Argentina podem estabelecer um marco importante para futuras relações econômicas. As implicações destas negociações estendem-se além do apoio financeiro imediato, pois pode haver requisitos para que a Argentina adote medidas de reforma econômica estruturais.

O suporte financeiro dos EUA à Argentina, se concretizado, pode trazer várias consequências. Primeiramente, uma injeção de capital considerável pode oferecer um alívio temporário à economia argentina, permitindo ao governo cumprir com obrigações imediatas e desenvolver um plano de recuperação econômica. Por outro lado, as condições impostas junto com a assistência podem limitar a flexibilidade fiscal e econômica do governo no curto prazo, exigindo um realinhamento estratégico nas políticas econômicas.

Perfil Brasil
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