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Startup Yellow lança bicicletas elétricas em São Paulo

O preço das viagens das bicicletas elétricas é de R$ 5 iniciais e mais R$ 0,40 para cada minuto de uso; o sistema de operação será sem estações, assim como as bicicletas normais da empresa

11 mar 2019
16h43
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A partir desta segunda-feira, 11, será possível ver nas ruas de São Paulo bicicletas elétricas da startup brasileira Yellow, dona das bicicletas amarelas disponíveis por aplicativo. As bicicletas elétricas funcionam da mesma forma que as comuns: o sistema usado é o chamado dockless, em que não é necessário estacionar as bicicletas em estações.

O preço das viagens das bicicletas elétricas é de R$ 5 iniciais e mais R$ 0,40 para cada minuto de uso. Os usuários podem usá-las das 8h da manhã até 21h, somente na área em que a Yellow opera patinetes atualmente - região restrita a bairros como Pinheiros e Itaim Bibi.

Segundo a Yellow, a operação para recarga funcionará durante a noite: de manhã a startup disponibilizará bicicletas elétricas em determinados pontos e, no final da noite, as bikes serão recolhidas na área de atuação da Yellow para manutenção.

Bicicletas. A Yellow afirma que as bicicletas elétricas são simples de usar: basta pedalar para sentir o pedal mais leve e a velocidade aumentando com mais facilidade. A velocidade máxima das bicicletas é de 25 km/h e o uso do capacete é obrigatório.

Desde que começou a atuar em São Paulo, em agosto do ano passado, a Yellow teve mais de 1 milhão de corridas realizadas com 5 milhões de quilômetros percorridos. A empresa já expandiu sua atuação para Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São José dos Campos, Verão em Ilhabela e Vitória. O plano agora é atuar também em cinco países da América Latina: Argentina, Chile, Colômbia, México e Uruguai.

No total, a Yellow já levantou US$ 75 milhões em investimentos desde que foi fundada, em janeiro do ano passado. A empresa tem como fundadores dois criadores da 99 - Ariel Lambrecht e Renato Freitas - e o ex-presidente da Caloi Eduardo Musa.

Estadão

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