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Gympass estuda oferecer serviços financeiros para donos de academia

Conhecida por 'Netflix corporativo de atividade física", startup tem hoje rede de 22,7 mil academias conveniadas no País; lá fora, está presente em 14 países

13 dez 2019
12h14
atualizado às 14h14
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A startup de academias Gympass está estudando oferecer serviços financeiros em parceria com o Banco Inter, de acordo com executivos das empresas, que participaram de um evento realizado pelo grupo japonês SoftBank na manhã desta sexta-feira, 13, em São Paulo. A Gympass oferece um serviço que conecta usuários a atividades físicas, principalmente por meio de parcerias com empresas via benefícios.

Questionado durante coletiva de imprensa sobre como funcionaria esse serviço, Leandro Caldeira, presidente executivo da startup no País, afirmou que ainda não há detalhes de como funcionaria a integração de serviços financeiros com a plataforma da Gympass. A Gympass tem hoje 22.700 academias parceiras no Brasil - a empresa está presente em 1.595 cidades.

O SoftBank realizou investimentos tanto na Gympass quanto no Banco Inter. "Gostamos de incentivar a parceria entre empresas do nosso portfólio, pensando que as companhias do SoftBank são como uma família", disse André Maciel, líder da operação brasileira do SoftBank, no evento em São Paulo.

Entre os 14 investimentos que o SoftBank fez América Latina em 2019, o grupo japonês liderou uma rodada de aportes de US$ 300 milhões na Gympass em junho deste ano. O SoftBank também detém 14,9% das ações do Banco Inter.

Rivalidade

A Gympass ganhou na semana passa um novo competidor no Brasil: a startup norte-americana ClassPass, que oferece uma assinatura de academia, atividade física e serviços de bem-estar. A empresa está presente em mais de 25 países.

Os planos já estão disponíveis em São Paulo e no Rio de Janeiro por preços a partir de R$ 100 - a mensalidade pode incluir opções de yoga, dança, musculação e até experiências como massagem e manicure.

Questionado sobre o impacto do novo competidor no País, Caldeira disse que os maiores concorrente da empresa hoje é o sofá e o sedentarismo: "É um mercado muito grande que tem espaço para várias empresas, ainda é pouca gente que faz atividade física no Brasil. Além disso, temos um modelo consolidado".

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Estadão
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