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Suspeito de planejar ataque durante show de Lady Gaga é solto após pagar fiança

5 mai 2025 - 09h35
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro frustrou um plano de atentado com explosivos que mirava o show da cantora Lady Gaga, realizado no sábado (3), no Rio de Janeiro. A ação foi deflagrada a partir da chamada Operação Fake Monster, que cumpriu mandados de busca e apreensão em quatro estados e resultou na prisão de um homem no Rio Grande do Sul. Ele foi autuado por porte ilegal de arma e liberado após pagamento de fiança.

Lady Gaga fez o maior show de sua carreira em Copacabana, no Rio de Janeiro
Lady Gaga fez o maior show de sua carreira em Copacabana, no Rio de Janeiro
Foto: Globoplay/Reprodução / Perfil Brasil

Segundo a Polícia Civil, os investigados recrutavam integrantes pela internet — inclusive adolescentes — para executar ataques coordenados com artefatos caseiros, como coquetéis molotov. A ação contou com apoio do Ministério da Justiça.

Quem são os alvos do plano ligado ao show de Lady Gaga?

No Rio Grande do Sul, três mandados foram cumpridos nas cidades de São Sebastião do Caí e Novo Hamburgo. O homem preso em flagrante foi detido nesta última. A operação envolveu agentes da Delegacia de São Sebastião do Caí, da 1ª Delegacia Regional de Montenegro, da 2ª Delegacia de Novo Hamburgo, da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e da 3ª Delegacia Regional de São Leopoldo.

A Operação Fake Monster foi conduzida em conjunto com o Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) do Ministério da Justiça e Segurança Pública. As autoridades identificaram que o grupo extremista buscava visibilidade online ao tentar transformar o ataque em um "desafio coletivo".

No Rio de Janeiro, um adolescente também foi apreendido. Além do envolvimento no plano criminoso, ele responderá por armazenamento de pornografia infantil. Conforme apurado, os investigados promoviam crimes de ódio, pedofilia e automutilação em plataformas digitais como forma de recrutamento.

O alerta inicial partiu da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Polícia Civil, que detectou uma escalada na radicalização de jovens em redes sociais. Os 13 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em cidades dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso. Diversos dispositivos eletrônicos e materiais ligados à investigação foram recolhidos.

As apurações prosseguem com o objetivo de identificar outros integrantes da rede, que utilizava a internet para incitar violência e aliciar adolescentes com conteúdo criminoso.

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