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Suspeita de matar o filho recém-nascido e jogar o corpo no lixo passará por perícia psicológica

Peritos avaliarão se mulher estava em estado puerperal, podendo alterar indiciamento para infanticídio

25 nov 2023 - 10h31
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A mulher de 18 anos, que recentemente jogou seu filho recém-nascido no lixo em Encruzilhada do Sul, passará por uma avaliação psicológica para determinar se estava sob a influência do estado puerperal no momento do crime. Esta avaliação é crucial, pois pode mudar o indiciamento de homicídio para infanticídio, que possui uma pena significativamente menor.

Foto: Polícia Civil / Divulgação / Porto Alegre 24 horas

O delegado Robinson Palomino, responsável pelo caso, explicou que o infanticídio caracteriza-se pelo ato de matar o próprio filho enquanto a mulher está sob a influência do estado puerperal, um período de intensas alterações emocionais após o parto.

O corpo do bebê foi encontrado em uma sacola plástica dentro de um caminhão de lixo no dia 23 de outubro. Em seu depoimento, a mãe alegou que não sabia estar grávida e pensou que o bebê havia nascido morto, após ele cair na água do vaso sanitário.

Entretanto, o delegado aponta contradições na narrativa da suspeita. Testemunhos de familiares sugerem que ela negou a gravidez mesmo após suspeitas, alegando um resultado negativo de teste que nunca foi realizado. Além disso, a investigação revelou que o bebê nasceu vivo e que as perfurações em seu tórax, que causaram a morte, parecem ter sido infligidas intencionalmente pela mãe.

O inquérito sugere que a suspeita rejeitou a gestação desde o início, e o delegado destacou a frieza dela ao retomar sua rotina normalmente após o crime. A identidade da mulher está sendo mantida em sigilo enquanto as investigações e a avaliação psicológica prosseguem.

Porto Alegre 24 horas
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