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Doença rara interrompe rotina de "tia da cantina" de escola de Joinville; tratamento custa R$ 35 mil

Conhecida como "tia da cantina" pelos estudantes do Colégio Elias Moreira, em Joinville, Santa Catarina, Maira Silvana Krelling enfrenta dois diagnósticos graves: esclerose sistêmica e fibrose pulmonar idiopática

27 out 2026 - 09h03
(atualizado às 10h29)
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Resumo
Maira Silvana Krelling, conhecida como "tia da cantina" de uma escola em Joinville (SC), foi diagnosticada com esclerose sistêmica e fibrose pulmonar idiopática. Para conter o avanço das doenças, ela precisa do medicamento rituximabe, cujo tratamento total custa cerca de R$ 70 mil. Após realizar o primeiro ciclo graças a uma doação, Maira criou uma vaquinha virtual com meta de R$ 37.500 para financiar a segunda etapa e cobrir custos médicos, buscando o apoio da comunidade para viabilizar os cuidados.

Conhecida como "tia da cantina" pelos estudantes do Colégio Elias Moreira, em Joinville, Santa Catarina, Maira Silvana Krelling enfrenta dois diagnósticos graves: esclerose sistêmica e fibrose pulmonar idiopática. Para tratar suas condições de saúde, recebeu indicação médica de utilizar rituximabe, medicamento cujo tratamento anual é estimado em R$ 70 mil. O primeiro ciclo já foi realizado graças a uma doação. Agora, Maira busca recursos para custear a segunda etapa e criou a Vakinha Ajude a Tia da Cantina.

Doença rara interrompe rotina de “tia da cantina” de escola de Joinville; tratamento custa R$ 35 mil
Doença rara interrompe rotina de “tia da cantina” de escola de Joinville; tratamento custa R$ 35 mil
Foto: Vakinha / Vakinha

O tratamento informado por Maira é dividido em dois ciclos, com custo aproximado de R$ 35 mil cada. A dificuldade de arcar com a nova aplicação levou a moradora de Joinville a compartilhar sua história e recorrer à solidariedade.

Tia da cantina enfrenta esclerose sistêmica e fibrose pulmonar

Maira é conhecida por sua ligação com o Colégio Elias Moreira, onde recebeu o apelido de tia da cantina.

Na campanha, ela conta que foi diagnosticada com esclerose sistêmica e fibrose pulmonar idiopática, condições que exigem acompanhamento médico especializado.

A esclerose sistêmica, também conhecida como esclerodermia sistêmica, é uma doença autoimune que pode provocar alterações na pele, nos vasos sanguíneos e em órgãos internos.

Em determinados pacientes, a doença também compromete os pulmões, exigindo cuidados específicos.

Já a fibrose pulmonar é caracterizada pela formação de cicatrizes no tecido pulmonar, o que pode dificultar a respiração e afetar a capacidade de realizar atividades cotidianas.

A campanha não detalha os sintomas atuais de Maira nem apresenta os resultados de seus exames. O que ela informa é a indicação médica de tratamento com rituximabe para controlar a progressão de sua condição e buscar melhor qualidade de vida.

Primeiro ciclo de tratamento foi realizado graças a uma doação

A trajetória de Maira já teve uma conquista importante.

Segundo seu relato, ela conseguiu receber o primeiro ciclo de tratamento por meio de uma doação e realizou a aplicação do medicamento em 30 de julho de 2026.

O rituximabe é um medicamento que atua sobre determinadas células do sistema imunológico e pode ser utilizado, mediante avaliação especializada, em situações específicas de doenças autoimunes.

Entretanto, Maira ainda precisa dar continuidade ao tratamento prescrito.

O custo estimado da segunda etapa é de R$ 35 mil, valor elevado para a realidade financeira da família.

Sem condições de pagar essa despesa sozinha, ela decidiu organizar uma arrecadação e compartilhar o pedido com pessoas que conhecem sua história.

A campanha não informa a data prevista da próxima aplicação nem apresenta uma atualização sobre eventual acesso ao medicamento pela rede pública ou por outros meios.

Por que a tia da cantina está arrecadando para uma segunda aplicação?

A campanha "Ajude a Tia da Cantina" foi criada em 26 de outubro de 2026 pela própria Maira Silvana Krelling, de Joinville (SC).

Seu objetivo é arrecadar recursos para a continuidade do tratamento com rituximabe e para despesas médicas relacionadas.

Segundo a beneficiária, o tratamento anual custa aproximadamente R$ 70 mil, divididos em dois ciclos de R$ 35 mil.

Como a primeira aplicação já foi realizada com apoio de uma doação, a mobilização atual está concentrada na segunda etapa.

A meta cadastrada na Vakinha é de R$ 37.500, destinada a apoiar o tratamento e os custos médicos informados por Maira.

Na campanha Ajude a Tia da Cantina, os interessados podem conhecer o relato original e acompanhar o andamento da arrecadação.

Continuidade dos cuidados depende de acompanhamento especializado

A esclerose sistêmica exige acompanhamento individualizado, pois suas manifestações e a resposta aos tratamentos variam entre os pacientes.

O rituximabe pode ser considerado em situações específicas da doença, conforme a avaliação da equipe médica. Sua utilização não representa uma garantia de cura ou de recuperação completa.

No caso de Maira, o objetivo declarado é conseguir realizar a próxima etapa dos cuidados indicados.

O custo da medicação se tornou uma preocupação adicional para a família, que busca reunir recursos sem interromper o planejamento estabelecido pelos profissionais responsáveis.

Ao compartilhar sua história, Maira também incentiva outras pessoas a divulgar a campanha, permitindo que o pedido alcance novos apoiadores.

Como contribuir para o tratamento da tia da cantina?

Maira já conseguiu realizar o primeiro ciclo de tratamento graças à solidariedade. Agora, sua mobilização está voltada à continuidade dos cuidados médicos.

Quem deseja colaborar pode realizar uma doação pela plataforma Vakinha, no valor que estiver ao seu alcance.

Compartilhar a campanha com familiares, amigos e pessoas ligadas à comunidade escolar também ajuda a ampliar a divulgação.

Para apoiar a próxima etapa do tratamento, é possível acessar a Vakinha da tia da cantina e realizar uma contribuição.

A arrecadação representa uma oportunidade de contribuir com uma despesa médica concreta, enquanto Maira segue as orientações de sua equipe de saúde.

Vakinha
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