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Segmento de embalagens cresce em 2020 e deve fechar ano em alta

Empresas do setor gráfico investem em maquinário e profissionais capacitados para atender a demanda

30 jul 2021 13h46
| atualizado em 3/8/2021 às 11h22
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A indústria gráfica sofreu em 2020 com a chegada da pandemia de COVID-19 e viu sua produção física cair 17,3% ao longo do ano, a maior queda da história segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entretanto, um setor resistiu e até mesmo cresceu 1% durante este período desafiador - o de embalagens.  

Foto: Printi / DINO

O resultado positivo deste segmento é importante para a indústria gráfica, uma vez que é responsável por 49% da produção, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABIGRAF). O bom desempenho foi impulsionado pela maior procura por e-commerces, crescimento de 45% no uso de aplicativos de entrega de comida durante a pandemia e aumento na abertura de pequenas e microempresas (PMEs), e a perspectiva da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) é que a produção de embalagens cresça entre 4,4% e 5,9% sobre 2020.   

Atentos às evoluções do mercado, negócios como a Printi, gráfica on-line especializada em produtos personalizados, estão se adaptando para atender esse aumento na demanda. A empresa alocou R$ 10,3 milhões em maquinários - cerca de 25% de sua planta fabril - para a produção de embalagens, com foco especial em embalagens alimentícias e de transporte. O valor faz parte dos R$ 50 milhões investidos originalmente em 2019 para ampliação do parque gráfico.  

Visto como necessidade para a qualidade deste setor, as fábricas têm buscado melhorar a jornada de compra dos clientes, oferecendo embalagens de qualidade para todos os segmentos de negócios, independentemente do tamanho da empresa. Segundo Fábio Carvalho, especialista em logística e Supply Chain e Diretor de Supply Chain da Printi, "o mercado segue evoluindo e estudando novos investimentos em tecnologia para melhorar cada vez mais a experiência dos clientes".  

Fábio Carvalho entende que o aquecimento teve reflexo também no número de contratações de profissionais especializados na área. A alta demanda por embalagens fez com que a Printi, por exemplo, fosse ao mercado em busca de profissionais como supervisor de produção e desenhista industrial para oferecer produtos de alta qualidade e que pudessem ser utilizados por empresas de todos os tamanhos. "O bom desempenho do setor de embalagens é resultado de investimento em infraestrutura e em profissionais experientes. Quem quiser sobreviver nesse mercado terá que desenvolver as ferramentas necessárias para atender da melhor maneira a necessidade dos consumidores", finaliza Carvalho. 



Website:

https://www.printi.com.br/
DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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