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Presidente da Coreia do Sul decreta lei marcial

3 dez 2024 - 12h29
(atualizado às 12h47)
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O presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, impôs nesta terça-feira (3) a lei marcial no país. O mandatário argumentou que quer "limpar" do território sul-coreano espiões pró-Coreia do Norte, mas a oposição acusou o governo de estar usando o conflito com Pyongyang para controlar o Parlamento.

Yoon Suk Yeol é o presidente da Coreia do Sul
Yoon Suk Yeol é o presidente da Coreia do Sul
Foto: @President_KR / Perfil Brasil

Yeol reivindicou uma resposta aos eventos recentes, vinculando a ameaça à segurança nacional à oposição política dentro do país, acusada de conluio com forças comunistas. A declaração trouxe restrições severas que incluem limitações aos meios de comunicação e a atuação do Parlamento.

O pronunciamento, transmitido em rede nacional, visava, segundo o presidente, proteger a "ordem constitucional livre".

Quais são as implicações da lei marcial na Coreia do Sul?

O anúncio inesperado de Yoon Suk-yeol impõe uma série de medidas que mudam radicalmente o cotidiano civil e político da Coreia do Sul.

A imposição de restrições à imprensa e o fechamento do Parlamento são exemplos claros das profundas implicações da lei marcial. Essas ações são destinadas, segundo o governo, a identificar e eliminar "elementos pró-Coreia do Norte".

A lei marcial não é apenas uma medida de ordem pública, mas também uma ferramenta que potencialmente altera a relação entre os poderes do estado e os direitos dos cidadãos.

Como os líderes e o público reagem?

A reação nacional à declaração da lei marcial na Coreia do Sul foi rápida e intensa. O chefe da polícia sul-coreana e diversos membros do governo manifestaram-se contra a decisão, evidenciando fissuras internas no apoio ao presidente Yoon.

Além disso, a oposição, que já vinha criticando o governo por outras ações, se mobilizou para questionar a legitimidade e a necessidade da medida.

O Parlamento, simbolicamente fechado pela declaração, tornou-se o epicentro dos protestos. A oposição convocou uma reunião de emergência em Seul para discutir a situação e coordenar uma resposta.

A presença de elementos militares próximo a edifícios governamentais, como relata a agência de notícias Yonhap, serve de pano de fundo para as tensões crescentes.

Perfil Brasil
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