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Pastor brasileiro condenado por abuso infantil é preso em Portugal

Pastor brasileiro, de 36 anos, é preso em Portugal após condenação de abuso infantil; o homem estava foragido há dois anos

19 jul 2025 - 12h35
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Pastor brasileiro condenado por abuso infantil é preso em Portugal
Pastor brasileiro condenado por abuso infantil é preso em Portugal
Foto: Unsplash / Contigo

Solução de um crime terrível! Na quinta-feira (17/07), a Polícia Judiciária de Portugal prendeu em uma aldeia próxima de Penafiel, cidade da região norte do país, um pastor brasileiro condenado a 18 anos de prisão pelo crime de abuso infantil.

O homem estava foragido há dois anos e tinha um mandado de prisão internacional solicitado pela Organização Internacional de Polícia Criminal, a Interpol. Até o momento, o criminoso não teve sua identidade exposta, as únicas informações disponíveis é que ele é evangélico natural de Minas Gerais e vivia em Portual desde 2022.

As autoridades portuguesas emitiram uma nota falando sobre a legalidade do pastor em Portugal. "A referida detenção ocorreu numa aldeia perto de Penafiel, onde o mesmo residia há cerca de dois anos e onde estava plenamente integrado, sendo inclusive líder numa comunidade religiosa existente noutro concelho". 

O homem foi apresentado ao Tribunal da Relação do Porto, que aplicará a medida de retorno para seu país de origem. Brasil e Portugal firmaram um tratado nos anos 1990 que permite que uma pessoa seja entregue de um país ao outro quando estiver respondendo a processo criminal ou tenha sido condenada à prisão por decisão da Justiça do país solicitante.

A reportagem fez contato com o Ministério das Relações Exteriores e com o consulado brasileiro em Lisboa, mas ainda não obteve resposta sobre os próximos passos do caso.

EX-ATACANTE DO CORINTHIANS É PRESO

Segundo informações do advogado Guilherme Motai, representante do atacante, à CNN, a prisão ocorreu devido à falta de pagamento da pensão alimentícia destinada ao filho de dois anos do jogador. A criança é fruto do relacionamento entre  e a influenciadora Maiára Quiderolly.

De acordo com a defesa do ex-atacante, ele já estava ciente do mandado de prisão emitido pela Justiça e explicou que o não pagamento da pensão se deve a valores que, atualmente, estão fora da realidade financeira do jogador. "O não pagamento da pensão decorre de uma situação financeira que hoje é irreal. Ela não condiz com a realidade do ex-jogador. Cabe ressaltar que Jô não foge da sua responsabilidade, mas ela tem que ser adequada à sua realidade", disse Guilherme, advogado de Jô. Leia mais! 

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