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O que vem depois do ataque dos EUA ao Irã? Entenda

A tensão no Oriente Médio atingiu um novo e alarmante patamar no sábado (21), com a confirmação de que os Estados Unidos, em uma ação coordenada com Israel, bombardearam três importantes centros nucleares iranianos

22 jun 2025 - 10h28
(atualizado às 10h34)
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O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, condenou, neste domingo (22) o ataque dos  Estados Unidos às instalações nucleares no país. Ele afirmou, em coletiva de imprensa, que os EUA "cruzaram uma linha vermelha muito grande".

Donald Trump ataca Irã: Temor mundial de uma Guerra
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Foto: depositphotos.com / xphiii / Perfil Brasil

Além disso, o chanceler afirmou que os ataques representam uma "grave violação da Carta da ONU e do direito internacional". Portanto, é possível interpretar o discurso como uma promessa de resposta com base em seu direito à defesa nacional. Fica claro que o confronto pode estar longe de terminar e que a retaliação é iminente. Nesta manhã, o parlamento iraniano aprovou o fechamento do Estreito de Ormuz, local por onde passa todo o petróleo do mundo. Inicialmente, esta era uma preocupação mundial devido aos impactos econômicos da decisão.

Ataque dos EUA ao Irã: ação e reação

A tensão no Oriente Médio atingiu um novo e alarmante patamar com a confirmação da ação bélica, coordenada com Israel. Segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, seus militares "destruíram completamente" três importantes centros nucleares iranianos: Fordow, Natanz e Isfahan. A ofensiva representa uma drástica escalada na já volátil relação entre as potências e o Irã. Os alvos são considerados cruciais para o programa nuclear iraniano, com Fordow sendo particularmente importante por sua localização.

Analistas internacionais agora observam com apreensão os próximos passos de Teerã e as reações da comunidade global. Agora, o temor é de que a "completa destruição" alegada por Trump possa ser um ponto sem volta, levando a uma intensa retaliação iraniana. A preocupação é que esta devolutiva do Irã transcenda as fronteiras e envolva outros atores regionais e globais. A questão agora é se esta ofensiva pode levar a um desescalada ou empurrar a região para um conflito de proporções imprevisíveis.

Hussein Kalout, ex- secretário de assuntos estratégicos da presidência, afirmou, em entrevista à GloboNews que desmilitarizar todas as potências significa, na leitura local, que as próximas peças seriam Egito e Turquia, já que são potências militares vistas por Israel como adversárias. "Trump está preocupado apenas como seu nome será escrito na história", analisa.

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Por fim, neste domingo, autoridades federais e líderes em diversas grandes cidades e estados dos EUA estão aumentando as medidas de segurança e o monitoramento  após ataques dos EUA a instalações nucleares iranianas. Como pode-se observar, a paz proposta por Trump parece bem distante.

Perfil Brasil
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