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Novas regras para aposentadoria em 2026; veja as mudanças

Com o avanço das regras de transição da reforma da Previdência de 2019, a aposentadoria pelo INSS em 2026 passa a exigir mais tempo de contribuição e combinações específicas de idade e pontuação. Veja o que muda em 2026.

7 jan 2026 - 17h03
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Com o avanço das regras de transição da reforma da Previdência de 2019, a aposentadoria pelo INSS em 2026 passa a exigir mais tempo de contribuição e combinações específicas de idade e pontuação. Assim, trabalhadores que já estavam no mercado antes da mudança constitucional enfrentam um cenário em que cada ano de espera acrescenta novos requisitos. Portanto, as alterações são automáticas, previstas no próprio texto da reforma, e afetam diretamente o planejamento de quem está perto de se aposentar.

As novas exigências não dependem de lei complementar ou ato do governo. Isso porque elas fazem parte de um cronograma escalonado definido em 2019. A criação desse modelo de transição ocorreu para evitar uma ruptura brusca entre as regras antigas e as atuais. Porém, na prática, resulta em um aumento gradual da idade mínima e da soma de pontos. Assim, entender como funciona cada regra em 2026 torna-se essencial para calcular o melhor momento de requerer o benefício.

As novas exigências não dependem de lei complementar ou ato do governo. Isso porque elas fazem parte de um cronograma escalonado definido em 2019 – depositphotos.com / AngelaMacario
As novas exigências não dependem de lei complementar ou ato do governo. Isso porque elas fazem parte de um cronograma escalonado definido em 2019 – depositphotos.com / AngelaMacario
Foto: Giro 10

Aposentadoria pelo INSS em 2026: o que mudou nas regras de transição?

A palavra-chave central nesse contexto é aposentadoria pelo INSS em 2026, especialmente para quem já contribuía antes da reforma. Uma das principais portas de entrada para o benefício é a chamada regra de pontos, que considera a soma da idade com o tempo de contribuição. Em 2026, são exigidos 103 pontos para homens, com mínimo de 35 anos de contribuição, e 93 pontos para mulheres, com pelo menos 30 anos de recolhimentos.

Nessa modalidade, não há uma idade mínima isolada: um trabalhador mais jovem pode se aposentar se tiver muito tempo de contribuição, mas precisará alcançar a pontuação necessária. Como a pontuação sobe ano a ano até chegar a 110 pontos para homens e 100 para mulheres, previstos para 2033, adiar a aposentadoria pode significar necessidade de alguns meses ou até mais de um ano adicional de trabalho, dependendo da evolução da idade e do tempo de contribuição.

Como funciona a idade mínima progressiva na aposentadoria pelo INSS em 2026?

Outra alternativa relevante para a aposentadoria pelo INSS em 2026 é a regra da idade mínima progressiva. Nela, o segurado precisa cumprir, ao mesmo tempo, um tempo mínimo de contribuição e uma idade que aumenta ano após ano. Para 2026, as exigências são: mulheres com 59 anos e seis meses e 30 anos de contribuição; homens com 64 anos e seis meses e 35 anos de contribuição.

Essa idade mínima não é estática. Ela segue um calendário definido pela reforma, com incrementos periódicos até alcançar o patamar definitivo de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, o que deve ocorrer em 2031. Quem não atinge a idade em determinado ano não pode "travar" o requisito e precisa aguardar a próxima faixa, mantendo o tempo de contribuição exigido.

  • Mulheres em 2026: 59 anos e 6 meses + 30 anos de contribuição.
  • Homens em 2026: 64 anos e 6 meses + 35 anos de contribuição.
  • Limites finais: 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) a partir de 2031.

Aposentadoria pelo INSS em 2026 para professores e servidores mudou?

Professores e servidores públicos também sentem os reflexos das mudanças previstas para a aposentadoria pelo INSS em 2026, ainda que com critérios diferenciados. No caso dos servidores vinculados ao regime geral, além da idade e do tempo de contribuição ou pontuação, há exigência mínima de 20 anos de serviço público e cinco anos no cargo em que ocorrerá a aposentadoria. Esse conjunto de condições restringe o acesso ao benefício para quem não construiu carreira estável no setor público.

Para o magistério, as regras levam em conta a natureza desgastante da atividade, mas também seguem uma escadinha anual. Em 2026, na regra de idade mínima progressiva, as professoras precisam ter 54 anos e seis meses, com 25 anos de magistério, e os professores, 59 anos e seis meses, com 30 anos de atuação em sala de aula. Esses limites caminham, nos próximos anos, para 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, mantendo a exigência de tempo mínimo de trabalho na educação básica.

  1. Verificar se o tempo de serviço foi exercido exclusivamente em funções de magistério, quando aplicável.
  2. Checar se o vínculo é de servidor público ou apenas celetista, pois as exigências variam.
  3. Observar o calendário da idade mínima progressiva para o ano em que se pretende requerer o benefício.

Regras permanentes e pedágio: quem se aposenta pelo INSS em 2026 sem transição?

As chamadas regras permanentes atingem quem começou a contribuir apenas depois de novembro de 2019. Para esse grupo, não há regras de transição nem alteração em 2026. As exigências são fixas: mulheres podem se aposentar aos 62 anos, com mínimo de 15 anos de contribuição; homens, aos 65 anos, com pelo menos 20 anos de recolhimentos. Essas condições funcionam como um "regime novo", independente das antigas fórmulas de aposentadoria por tempo de contribuição.

Já as regras de pedágio de 50% e 100% foram desenhadas para quem estava muito perto de cumprir o tempo necessário em 2019. Com a passagem dos anos, o alcance dessas modalidades diminuiu. Em 2026, são poucos os segurados que ainda se enquadram nesse perfil, o que reduz a utilidade prática do pedágio como rota de aposentadoria. Ainda assim, quem preenchia as condições na época da reforma pode analisar se essa opção continua vantajosa em comparação às demais regras.

Outra alternativa relevante para a aposentadoria pelo INSS em 2026 é a regra da idade mínima progressiva – depositphotos.com / joasouza
Outra alternativa relevante para a aposentadoria pelo INSS em 2026 é a regra da idade mínima progressiva – depositphotos.com / joasouza
Foto: Giro 10

Como fica o cálculo do valor da aposentadoria pelo INSS em 2026?

Apesar do endurecimento dos requisitos, a forma de cálculo do benefício não sofreu alteração para a aposentadoria pelo INSS em 2026. O valor continua baseado na média de todas as contribuições registradas após julho de 1994, sem descartar os menores salários. Sobre essa média é aplicado um percentual que aumenta conforme o tempo total de contribuição, respeitando o teto do INSS vigente.

Esse modelo incentiva períodos mais longos de contribuição, pois cada ano adicional tende a elevar o percentual aplicado sobre a média. Por outro lado, contribuições muito baixas ao longo da carreira podem reduzir o valor final, já que não há exclusão automática das menores remunerações. Em um cenário de regras mais rígidas e exigências progressivas, acompanhar o histórico de contribuições e simular cenários torna-se uma etapa importante no planejamento da aposentadoria.

Giro 10
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