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Trump diz que pilotos de helicóptero dos EUA que caiu no Estreito de Ormuz estão bem

Não ficou claro imediatamente se o Apache foi abatido por fogo iraniano, sofreu falha mecânica ou enfrentou algum outro problema

9 jun 2026 - 07h54
(atualizado às 08h05)
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(03/06/2026) O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante um evento no Salão Oval da Casa Branca em 3 de junho de 2026, em Washington, DC. Trump assinou ordens executivas relacionadas ao fortalecimento da fiscalização alfandegária e reformas nas leis trabalhistas federais. (Foto de Kevin Dietsch/Getty Images)
(03/06/2026) O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante um evento no Salão Oval da Casa Branca em 3 de junho de 2026, em Washington, DC. Trump assinou ordens executivas relacionadas ao fortalecimento da fiscalização alfandegária e reformas nas leis trabalhistas federais. (Foto de Kevin Dietsch/Getty Images)
Foto: Kevin Dietsch/Getty Images

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira que dois pilotos norte-americanos estavam "bem" após queda de seu helicóptero perto do Estreito de Ormuz, na sequência de uma notícia de que a tripulação de um helicóptero de combate Apache havia ⁠sido resgatada após cair nas proximidades da via navegável controlada pelo ‌Irã.

Não ficou claro imediatamente se o Apache foi abatido por fogo iraniano, sofreu falha mecânica ou enfrentou algum outro problema, ‌segundo reportagem do New York Times.

A ‌Casa Branca, o Departamento de Estado dos EUA e o ⁠Comando Central dos EUA não responderam imediatamente aos pedidos de comentário. Questionado se sabia o que havia causado a queda do helicóptero, Trump disse que um comunicado seria divulgado ainda na terça-feira.

"Os pilotos estão bem", afirmou Trump, falando na pista do Aeroporto

‌Internacional John F. Kennedy, em Nova York, antes de retornar a ‌Washington, D.C. "Ninguém ficou ferido."

IRÃ ⁠E ISRAEL ⁠SUSPENDEM ATAQUES MÚTUOS

Irã e Israel anunciaram na segunda-feira que haviam suspendido os ataques ⁠mútuos após um apelo de ‌Trump, voltando a um ‌frágil cessar-fogo anunciado em 8 de abril.

Teerã advertiu, no entanto, que retomaria as hostilidades se Israel continuasse a atacar os aliados do Hezbollah no Líbano. Na terça-feira, as Forças Armadas ⁠israelenses emitiram uma ordem de retirada para a cidade libanesa de Tiro, antecipando-se a possíveis ataques.

A ordem incluiu o bairro cristão, uma área anteriormente excluída dos alertas de retirada. As Forças Armadas afirmaram que militantes do ‌Hezbollah estavam operando na região, sem apresentar provas.

A campanha de Israel contra o Hezbollah no Líbano ajudou a desencadear as ⁠últimas trocas de mísseis entre Irã e Israel — o confronto mais direto desde o cessar-fogo de abril —, complicando a pressão de Trump para encerrar a guerra que EUA e Israel iniciaram em 28 de fevereiro.

Trump também disse a repórteres que poderia ter "uma ideia" para um acordo com o Irã dentro de alguns dias, sem dar mais detalhes. O presidente republicano, que enfrenta índices de aprovação em baixa recorde à medida que se aproximam as eleições de meio de mandato de novembro, tem frequentemente dado a entender que um acordo com Teerã está iminente, mas isso não se concretizou até o momento.

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